JUSTIÇA POR UM GAROTO DE 11 ANOS QUE ERA MANTIDO EM CÁRCERE PRIVADO

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Isabela Macedo criou este abaixo-assinado para pressionar Prefeitura de Campinas e

NESTA PETIÇÃO EXIGIMOS QUE SEJA MAIOR E INAFIANÇÁVEL A PENA, POR UMA CRIANÇA QUE LEVARÁ O TRAUMA DE TER SIDO MANTIDA EM CÁRCERE PRIVADO PARA O RESTO DE SUA VIDA, QUE TEVE SUA SAÚDE AFETADA, E TERÁ SEQUELAS PSICOLÓGICAS PELA CRUELDADE FEITA POR UMA MADRASTA, SUA MEIA IRMÃ, E O SEU PRÓPRIO PAI!

*Entenda o caso com o texto feito pela equipe da @CrimesReais


Uma criança de 11 anos era mantida em cárcere privado e foi resgatada pela Polícia Militar de Campinas, do interior de São Paulo, no sábado (30). Moradores da região estranharam que o garoto não estava mais brincando com as outras crianças e que não estava mais indo à escola.
As autoridades receberam uma denúncia anônima que levou a polícia ao local e três pessoas foram presas suspeitas de crime de tortura: um homem, sua atual companheira e a filha da mulher.De acordo com o 2° Sargento Mike Jason, a situação que o menino foi encontrado era desoladora: estava dentro de um barril, amarrado e o tampo estava fechado por uma pia de mármore para impedir sua saída. O barril tinha uma fresta para que conseguisse respirar e, segundo seu relato, foi por esta fresta que conseguiu acompanhar a queima de fogos de artifício da virada do ano. O garoto estava nu e apresentava sinais de desnutrição. Segundo o sargento Mike Jason, o menino não era filho biológico do casal, e que a criança disse que, como não davam comida, chegou a comer suas próprias fezes para sobreviver. O caso foi registrado na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas. O homem, 31 anos, disse à polícia que uma mulher, usuária de drogas, com quem se relacionou, afirmou que o filho era dele e por essa razão o abandonou para morar com o casal.
Também disse que a criança era “agitada dentro de casa” e que fez isso para educá-lo. A Polícia Civil considera que ele cometeu grave ameaça, que provocou sofrimento físico e mental à criança.Se for condenado, pode receber pena mínima que varia de dois a nove anos. Sua namorada, 39 anos, e a filha dela foram presas por se omitirem perante a situação e nada fizeram para impedir. Se forem condenadas, podem receber pena de 1 a 4 anos de detenção e o delegado de plantão determinou que cada uma pague fiança de R$5 mil, mas até o momento, não há informações sobre o pagamento.

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