Profissionais da Educação em São Paulo pedem Socorro

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Tenho recebido vários questionamentos da sociedade civil, sobre a manutenção de funcionários nas unidades escolares, as quais se encontram fechadas em razão do decreto 59.283, de 16 de março de 2020, que declara situação de emergência no Município de São Paulo e define outras medidas para o enfrentamento da pandemia decorrente do coronavírus.

Cumpre salientar que as equipes gestoras possuem os equipamentos móveis (Notebooks institucionais), para realizarem os trabalhos burocráticos de suas residências, não havendo necessidade de deslocamento e ampliação de risco de contaminação pelo vírus.

Considerando ainda que as unidades não estão realizando atendimento ao público, é um absurdo que se exponham os servidores e demais funcionários de apoio das unidades de ensino a riscos desnecessários.

Maior absurdo ainda é se utilizar de servidores de carreira da educação para a guarda e proteção dos bens móveis e imóveis das unidades escolares, sendo esse um trabalho de competência de Segurança Pública, no caso do Município de São Paulo é um serviço pertinente a Guarda Civil Metropolitana.

Isto posto, solicito que sejam liberados para realizar em sistema de teletrabalho em suas residências os ATEs, Gestores das Unidades Educacionais (diretor, assistente de direção e coordenador pedagógico); Gestor, Coordenadores dos Núcleos Educacional, Cultural e Esporte, Bibliotecários e Analistas de Esportes dos CEUs, Supervisores Escolares e coordenador de polo de apoio presencial, além de secretário acadêmico dos polos da UniCEU que hoje correm risco de contaminação pelo coronavirus nas suas unidades.