NÃO AO RETORNO PRESENCIAL DAS AULAS EM FERRAZ DE VASCONCELOS!

NÃO AO RETORNO PRESENCIAL DAS AULAS EM FERRAZ DE VASCONCELOS!

0 pessoa já assinou. Ajude a chegar a 500!
Com 500 assinaturas, é mais provável que essa petição seja recomendada a outras pessoas!
ASPEF ASPEF criou este abaixo-assinado para pressionar PREFEITA PRISCILA GAMBALE e

Nós professores, estudantes, funcionários, pais, mães e trabalhadores de diversas categorias, DIZEMOS NÃO AO RETORNO das aulas presenciais até que haja controle da pandemia e vacinação em massa.
O Estado de São Paulo se aproxima das 60 mil mortes e já ultrapassou seu marco histórico, com mais de 6.600 internações na UTI. A previsão é que o sistema de saúde entre em colapso em cerca de três semanas e a nova cepa, mais contagiosa, se espalha fortemente pelas cidades do interior. Neste cenário, as medidas anunciadas por Dória são cínicas e insuficientes: restringir a circulação de pessoas na madrugada e deixar escolas abertas durante o dia não vai resolver!
A aula presencial nesse contexto coloca em risco a vida dos trabalhadores da educação, dos estudantes e de suas famílias, além de agravar os índices de contaminação, aumentando a circulação de pessoas nas escolas, nas ruas e transportes públicos. Para defender a vida, é necessário dar condições para que todos possam ter acesso às aulas remotas em caráter emergencial durante a pandemia.
Não há segurança sanitária nas escolas. Os “protocolos” são uma farsa, faltam funcionários de limpeza, merendeiras e inspetores para garantir qualquer condição de funcionamento. Diante dessa situação caótica muitos têm se infectado. Foi o caso da professora Maria Tereza Miguel Couto, da rede estadual em Caçapava, que se contaminou e faleceu de COVID-19 com apenas 32 anos. Sua mãe infelizmente também veio a óbito. Além dos casos em Ferraz de Vasconcelos de funcionários que tiveram que se manter nos locais de trabalho e vieram a falecer e outros que já no período de planejamento foram contaminados, incluindo profissionais do grupo gestor das escolas e integrantes da própria SME.
Mesmo admitindo ao menos 741 casos de contaminação logo na primeira semana de retorno às escolas, o secretário da educação Rossieli responsabilizou estudantes e professores, afirmando que não haviam seguido os protocolos. A situação é ainda mais grave, já que esses números são subnotificados e muitas escolas não estão informando a comunidade escolar dos casos de infecção.
Dória e demais prefeitos que insistem em impor o retorno às aulas presenciais tem SUAS MÃO MANCHADAS DE SANGUE.

Defendemos:

- NÃO AO RETORNO das aulas presenciais até a vacinação em massa e controle da pandemia!

- Garantia das aulas remotas em caráter emergencial, com condições para que todos sejam atendidos

- Auxílio merenda aos estudantes, internet para todos, apoio psicológico e proteção às mulheres e crianças contra a violência.

- Abaixo ao ensino híbrido que é trabalho dobrado com risco de contaminação.

 

0 pessoa já assinou. Ajude a chegar a 500!
Com 500 assinaturas, é mais provável que essa petição seja recomendada a outras pessoas!