Em discordância ao Pe. LEOMAR MONTAGNA e padres/pastores ativistas politicos.COMPARTILHEM!

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Após as manifestações políticas realizadas em Maringá dia 13/01/2018, de um lado a favor de Lula e de outro em honra ao Juiz Sérgio Moro e em defesa da operação Lava Jato, o padre católico em Maringá, Leomar Antônio Montagna, se manifestou de modo ofensivo no seu Facebook dizendo: “Sobre as manifestações em Maringá: essa turma do verde amarelo é o maior engodo que o Brasil já viu, uma mentalidade de patosidiotas e não patriotas, uma mentalidade de fazer esquifo, pois são subservientes à corrupção, movidos simplesmente por ódio, intolerantes, parciais e preconceituosos. No fundo, de mentalidade doentia e privados de alma racional.” Afora outras ofensas que indignaram a muitos e causaram amplos conflitos pessoais e nas redes sociais. 

Nesta semana, em torno de 100 pessoas, na maioria filiadas ou engajadas ao partido político em que o padre se encontrava filiado (PT) até ser descoberta a sua filiação partidária, assinaram uma CARTA DE APOIO ao padre “esquentando-lhe” as costas e estimulando o discurso de ódio na mesma linha feita pelo sacerdote.

As PESSOAS INDIGNADAS com este episódio de militância político-sacerdotal e de destilação de ofensas públicas praticada pelo padre, que repete em parte a conduta de diversos padres e pastores que misturam sacerdócio e pastoreio com militância politico-partidária comumente ligada a partidos de esquerda ou comunistas, sem excluir outros partidos, DEVEM SE MANIFESTAR PUBLICAMENTE EM DESAPROVAÇÃO à utilização, por estes, das suas posições de liderança religiosa para atuarem em favor de partido A, B ou C ou suas ideologias políticas.

DESMONSTRE A SUA DISCORDÂNCIA, assinando este abaixo-assinado, com a prática que se tornou corriqueira nas estruturas das igrejas católica e evangélicas, em que, visando a capitalização de apoios políticos para partidos, seus líderes muitas vezes vem se utilizando das suas estruturas de Igreja para tanto. Padre ou pastor que queira militar politicamente deve renunciar à batina ou ao pastoreio, pagar as suas próprias contas para atuarem como um civil comum, devendo se abster de se utilizar das condições que a arrecadação pública do dízimo nas igrejas lhes proporciona a fim de favorecer correntes político-ideológicas.

Além do que, os sacerdotes devem atuar como mediadores da paz social especialmente em anos de eleições como o que se apresenta, quando os ânimos se exaltam mais, e não como ateadores de fogo no meio social, desrespeitosos com as pessoas e com as idéias diferentes. Ajudar a comunidade refletir e encontrar os melhores caminhos é uma coisa, se atrelar de modo míope a somente um dos lados políticos caracteriza MILITÂNCIA E ATIVISMO POLÍTICOS, incompatíveis com o exercício do sacerdócio ou pastoreio.

Defendemos a idéia de uma igreja cristã conciliadora, mediadora dos conflitos sociais e desprovida de cores partidárias a fim de que ninguém do seu corpo de fiéis se sinta usado, manipulado ou excluído.

NÃO BASTA SER PADRE/PASTOR, TEM DE PARECER PADRE/PASTOR.



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João Regiani precisa do seu apoio na petição «População de Maringá e região : Desaprovação ao pe. LEOMAR ANTÔNIO MONTAGNA e padres e pastores ativistas politicos». Junte-se agora a João e mais 1.035 apoiadores.