Pelas 30 horas dos Psicólogos nas Aldeias Infantis SOS Brasil

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O esforço para reduzir a jornada de trabalho não é fenômeno recente (remonta à Revolução Industrial, na Europa, no século XIX, quando as jornadas de trabalho eram maiores e a expectativa de vida menor. Com a diminuição da jornada, esses indicadores também melhoraram), tampouco pode ser entendido como uma luta corporativista. Constitui, antes, uma tendência histórica que visa a assegurar qualidade de vida da população.
Algumas profissões, como a Psicologia, têm peculiaridades que fazem da redução da jornada de trabalho muito mais que um sinal de desenvolvimento social, uma verdadeira necessidade para assegurar e proteger a saúde física e mental dos profissionais. De fato, o (a) psicólogo (a), no seu dia a dia, precisa enfrentar uma grande gama de conteúdos emocionais nas mais diversas áreas de atuação: diferentes ordens de estresse, ansiedades, luto, morte, depressão, agressividade, compulsões, transtornos, dificuldades de aprendizagem e muitos conteúdos substancialmente difíceis, que demandam enormes cuidados.
O motivo para reduzir a jornada de trabalho do (a) psicólogo (a), entretanto, não serve apenas ao interesse de preservar a saúde mental e psíquica do profissional, mas, igualmente, ao empenho de assegurar a qualidade de seu trabalho à população. É sabido que a frustração com o trabalho impacta de muitos modos no desempenho serviço prestado.

Por isso solicitamos seu apoio para que o assunto seja considerado pela diretoria nacional e internacional da instituição.



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