Pela redução das filas para Exames de Diagnóstico por Imagem e Revisão da RDC 25/2001.

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Atualmente, um exame de diagnóstico por imagem, como um simples ultrassom ou ressonância magnética, feito pelo SUS, pode demorar até 3 anos para ser realizado.

Já pensou se fosse possível reduzir significativamente este tempo, sem repassar custo algum à população?

Parece um sonho, mas, com o seu apoio, podemos transformar este sonho em realidade.

O IBEM (Instituto Brasileiro de Equipamentos Médicos) nasceu exatamente com esse propósito.

Atualmente, apenas as empresas fabricantes de equipamentos de diagnóstico por imagem e detentoras de seu registro, têm o direito legal de comercializar e restaurar estes equipamentos.

O que garante esta reserva de mercado é a Resolução de Diretoria Colegiada n° 25/2001, da Anvisa; que impede inclusive que equipamentos usados possam ser doados a hospitais menores, mesmo que em excelente estado de funcionamento.

Estes equipamentos têm alto valor agregado, custando, quando novos e vendidos pela fábrica, até dezenas de milhões de reais; o que dificulta seu acesso a pequenas clínicas e hospitais, principalmente nas regiões afastadas das grandes metrópoles.

Mas é importante ressaltar que a RDC 25/2001 tem uma causa nobre. A intenção da Resolução não é dificultar o acesso a estes equipamentos, nem criar grandes filas de espera. Pelo contrário, é para regular o mercado de equipamentos médicos de diagnóstico por imagem e garantir exames de qualidade e segurança à população brasileira.

É por isso que o IBEM não deseja extinguir a RDC 25/2001. Lutamos para atualizá-la e adequá-la à realidade atual do sistema de saúde brasileiro. Compartilhamos o espírito da Resolução, buscando em primeiro lugar qualidade e segurança à população; mas ao mesmo tempo objetivamos buscar junto à ANVISA uma solução que permita mais acesso a estes equipamentos através da regulamentação de Empresas Brasileiras que desejam comercializá-los e restaurá-los.

Quanto mais empresas qualificadas puderem adentrar neste mercado, melhor será para toda a população.

Em resumo, o IBEM luta por:

1) O direito de empresas idôneas brasileiras de comercializar e fazer a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem.

2) O direito de Hospitais e Clínicas que desejam, na ocasião da modernização de seu parque instalado, vender ou mesmo doar equipamentos usados em excelente estado de uso a outras instituições que precisem deste auxílio.

3) A regulamentação justa deste mercado, a fim de impedir empresas sem estrutura adequada de comercializar estes equipamentos e dar espaço a empresas idôneas e especializadas, que por sua vez movimentarão a economia brasileira através de criação de empregos e pagamento adequado de impostos.

Junte-se a esta causa!

Acesse: www.institutoibem.med.br e faça parte do movimento que pode mudar o diagnóstico da saúde no Brasil.

Contamos com você!

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