Libera as vacinas das gestantes, sem prescrição médica, URGENTE!

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Polly do Amaral criou este abaixo-assinado para pressionar Prefeito Alexandre Kalil e

As gestantes de Belo Horizonte estão sofrendo diversas humilhações ao buscarem o direito de se vacinarem contra covid-19 e assim se protegerem desta que está configurada como a maior causa de morte materna no país.

Peregrinação, longa espera, custos de deslocamento, desgaste emocional, negativas por parte de médicos e agentes públicos, informações conflitantes nos postos de vacinação e site da Prefeitura.

O direito à vacina tem sido negado reiteradamente sob a alegação de exigência de prescrição médica. Muitos médicos de pré-natal estão recusando emitir a prescrição. As gestantes estão inclusive sendo expostas a maiores riscos de contágio ao necessitarem peregrinar em busca de um documento que não devia ser necessário, uma vez que a vacinação é uma medida de saúde pública.

A Deliberação CIB-SUS/MG 3.440, de 14 de junho de 2021, incluiu gestantes e puérperas sem comorbidades nos grupos prioritários para a vacinação contra a covid-19 no Estado de Minas Gerais, sem necessidade de nenhum relatório específico, além do cartão de pré-natal (para as gestantes) e comprovação do parto / registro hospitalar (para as puérperas).

Esse também é o posicionamento da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), que recomenda "as gestantes sem comorbidades devem precisar apresentar somente cartão de pré-natal comprovando sua gestação atual, sem necessidade de nenhum relatório específico.".

Não faz sentido impor essa dificuldade de acesso e negar o direito à vacina para as gestantes, colocando-as em maior risco e submetendo-as a constrangimentos. VACINA É DIREITO! E os direitos das mulheres não podem ser tutelados. Precisam ser garantidos pelo poder público!

Estima-se que são 22 mil gestantes em Belo Horizonte. No entanto, desde que a vacinação iniciou no dia 17/06, apenas cerca de 3 mil doses da vacina Pfizer foram administradas, segundo dados dos boletins epidemiológicos divulgados diariamente pelo município. Ou seja, ainda que apenas gestantes estivessem sendo vacinadas com essa vacina, o número está muito abaixo diante da urgência de protegê-las da COVID-19, doença com mortalidade é 2 vezes maior para gestantes do que para a população geral, além aumentar o risco de prematuridade e óbito fetal.

Na comparação entre os anos 2020 e 2021, a mortalidade materna semanal aumentou em 283% e a mortalidade da população geral aumentou em 105%, confirmando os achados do CDC de que gestantes constituem grupo de maior risco de intubação orotraqueal, de internação em Unidades de Terapia Intensiva e de óbito.

É urgente que a Prefeitura elimine a exigência de prescrição médica e mobilize todas as forças para alcançar as gestantes e puérperas nos territórios, com campanhas nos meios de comunicação em massa e na atenção primária.

A vacina é um método efetivo de prevenção de casos graves e mortalidade materna pela COVID-19 e precisa chegar ao braço de todas as gestantes o mais rápido possível. Cada dia de espera é uma dia a mais de risco! 

PBH, libera as vacinas das gestantes sem prescrição médica! URGENTE!


SE VOCÊ É GESTANTE OU PUÉRPERA E ENCONTROU DIFICULDADES PARA SE VACINAR EM BH, DEIXE SEU RELATO NOS COMENTÁRIOS, OU FAÇA CONTATO COMIGO. pollydoula@gmail.com ou @pollydoamaral (nas redes sociais)

#ChegaDeMortesMaternas #VacinaUrgentePrasGestantes #LiberaAsVacinasDasGestantes #PBHfaçasuaparte #SUS

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