Parar a matança do porco "à moda antiga"

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Está programada para os dias 21 e 22 de Abril de 2018, no Largo da Festa em Vila Meã, a matança de um animal "à moda antiga". Aplaudimos, num Portugal que se diz um país evoluído, os maus-tratos aos nossos animais a um número recorde na Europa: dos 78 crimes em média, por mês, de denúncias de maus-tratos a animais, aos mais de 40.000 abandonos, ainda um número infindável de "tradições" bárbaras, violentas, sanguinárias e ultrapassadas: da tourada, à queima do gato, à batida da raposa, ao enterro do galo, entre tantas outras.

Aqui, matar um porco "à moda antiga", (cobrando ainda entradas, 8 ou 10 "torresmos": nestes termos, talvez até ilegalmente). Isto precisa de ter um fim. 

Há uma ponte entre a tradição e a transformação. Acreditamos que o nosso Portugal cresce nesse sentido, como temos vindo a observar com o tempo: desde a eleição de um deputado cujo partido se vira para o bem-estar ambiental e animal, para além do social e humano (PAN), uma lei que criminaliza os maus tratos a animais de companhia, e mais recentemente, com o fim das garraiadas de Coimbra, considerando a vontade dos cidadãos. 

Desta forma, pedimos com esta petição às entidades competentes e agentes que possam influenciar esta decisão, que a matança de um animal de uma forma que cause sofrimento desnecessário ao animal na hora da sua morte, seja impedida. Sigamos os bons exemplos que temos conquistado. Que a matança de um ser que estará aterrorizado e indefeso, não sirva de espectáculo. 

Não desdenhemos do povo chinês pelo que faz aos seus cães, matando a sangue frio e em praça pública, um animal que, comprovado pela ciência, tem inteligência superior a cães e equivalente a uma criança de 3 anos. Que são há cerca de 6000 anos um animal doméstico também para muitos. Que são capazes de formar laços com pessoas e outros animais e de demonstrar afecto. Que está em 4º lugar entre as espécies mais inteligentes do planeta. Que muitos consideram um animal herói, havendo relatos de salvarem humanos e outros animais de incêndios, afogamentos e até assaltos. 

Que o termo tradição proteja as nossas heranças bonitas, mas que não seja a barreira que nos torna num país retrógrado que ainda bata palmas à custa de sangue e de sofrimento. 

 

Pedimos aos remetentes que possam influenciar e/ou travar este acto 



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