Queremos uma previdência justa. JUNTE-SE A NÓS NESSE ESFORÇO POR UM BRASIL MAIS HUMANO.

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A classe política e o judiciário continuam lutando para manter seus privilégios na previdência. Aqueles que tem o dever de cuidar e proteger o cidadão se tornaram os opressores, legislando em causa própria. Como exemplo dessas desigualdades considere um juiz em Mato Grosso que recebeu em um único mês 503 mil reais de remuneração e ao final de sua carreira vai se aposenta com salário integral. Esses benefícios também se estendem para a classe política. Isso acontece porque a lei estabelece como limite salarial o salário do presidente da república e não estabelece limite para as vantagens que são pagas e também podem ser incorporadas ao salário. No setor público o custo operacional é no mínimo 150% a mais que na iniciativa privada. Mas as contas são aprovadas pelos órgãos fiscalizadores como se isso fosse natural. No setor empresarial também tem os empresários que não são empresários, são lobos em pele de cordeiro e parasitas do dinheiro público. Lucram milhões investindo o dinheiro público ou cobrando por serviços que não foram prestados e socializam com o poder público os prejuízos. As obras antigas têm sempre algo para desfazer e refazer, enquanto as novas nunca são concluídas no prazo. Com isso o custo de uma obra pública é muito maior que na iniciativa privada. Tudo isso impacta direta e indiretamente nas contas da previdência.

Os privilegiados recebem salários milionários enquanto na fila dos hospitais os profissionais de saúde têm que decidir quem vive e quem morre. Eles também se apropriam do dinheiro de muitos trabalhadores e se utilizam do judiciário para não pagar a maioria. Na prática os roubam e socializam o prejuízo. Um trabalhador que entra hoje no serviço público ou privado e não pertence as categorias privilegiadas, se aposentará com no máximo R$ 5.645,81. O trabalhador paga imposto para ter uma escola pública de qualidade e na maioria dos casos quem pode é obrigado pagar escola privada, porque escola pública de qualidade são para poucas. O cidadão não tem liberdade de escolha e termina sendo obrigado a aceitar o que oferecem ou se corromper. O trabalhador paga impostos para ter creches para suas crianças e muitas ficam presas em casa ou soltas sem nenhum cuidado na rua. O trabalhador paga imposto para ter saúde pública de qualidade e é obrigado pagar plano de saúde se não quiser correr o risco de morrer sem atendimento nas filas dos hospitais. O trabalhador paga impostos para ter segurança pública de qualidade e é obrigado a morar em condomínios fechados para proteger sua família, ou a comprar uma arma para defende-la. O trabalhador paga imposto para ter ruas e rodovias de qualidade e é obrigado pagar pedágio para ter a liberdade de ir e vir. Para ter os seus direitos constitucionais respeitados, inclusive pelo poder público, você precisa pagar um advogado para conseguir uma liminar ou uma decisão judicial favorável. O dinheiro público é gasto, mas os serviços não são prestados, na maioria das vezes é um faz de conta que faz. Isso porque o dinheiro que deveria ser investido fica nas mãos dos atravessadores que de praxe são funcionário de cargo de confiança indicados por algum partido político ou empresários que pagam propinas para políticos e partidos. O conceito de partido político no Brasil depõe contra os brasileiros que apoiam esses partidos, porque são quadrilhas organizadas para se apropriar do patrimônio público. Com isso eles criam insegurança política, jurídica e econômica. A pobreza aumenta porque o estado não cumpre com seu papel constitucional.

 Diante desse contexto queremos:

·         um sistema de previdência onde todos tenham os mesmos direitos.

·         que cada contribuinte tenha sua conta na previdência onde deve ser depositada sua contribuição, as correções e a devida remuneração de capital. Ou seja que o estado não se aproprie do dinheiro do trabalhador e pague rendimentos e correções a ele para utiliza-lo no setor produtivo, ao invés de pagar juros para o capital especulativo.

·         que o contribuinte possa escolher entre se aposentar ou ele mesmo administrar o capital em sua conta, no final de sua vida produtiva.

·         que todos tenham estímulo financeiro do estado para fazer uma previdência complementar. Os incentivos podem ser estabelecidos em termos de um percentual dos impostos que pagamos, por exemplo, 5%.

·         que a soma dos salários com as vantagens de um servidor público não ultrapasse o salário do presidente da república, porque isso tem impacto direto nas contas públicas e se reflete na vida de todos os cidadãos brasileiros. São os pobres que pagam com a fome e com suas vidas, estes privilégios.

Um pais sem poupança interna é um pais fadado ao fracasso econômico, a pobreza e a desestruturação das famílias.



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