Não as mudanças na Ren 482/2012

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Caso as regras vigentes sejam alteradas, o país produzirá mais de 75,38 milhões de toneladas de CO2 até 2035 a revisão da Resolução Normativa 482 da ANEEL gera desiquilíbrio ao consumidor de energia solar e afasta o país de uma matriz energética limpa estável e sustentável.

A pouco tempo estávamos tendo apagões e colapsos na matriz energética em todo o Brasil devido a falta de chuvas  investimentos e oferta de energia elétrica empresas de grande porte foram inviabilizadas de operar em nosso país indo para o lado paraguaio devido a oferta de energia mais barata e estável a energia fotovoltaica trouxe equilíbrio e redução de perdas por transporte a longas distancias aumentando o lucro das distribuidoras sem investimento das mesmas agora querem cobrar custo da rede que na verdade já é cobrado através da taxa de disponibilidade do sistema e ainda ficam com os Kwh referente a mesma que e injetada na rede pelos sistemas fotovoltaicos resumindo com o aumento dos sistemas eles ganham cada vez mais ainda podem diminuir a geração de termoelétricas e diminuir vazão de agua nas hidrelétricas amenizando problemas de apagões mas não querem abrir mão do monopólio que detém em suas mãos podendo cobrar dos consumidores como bem entendem!

Desde 2012, o consumidor brasileiro pode gerar a própria energia elétrica a partir da energia solar e economizar em sua conta de luz, gerando economia e liberdade, além de contribuir para o crescimento e prosperidade do nosso país.
Atualmente, 100% da energia que o sistema de energia solar injeta na rede pode ser compensada na conta. No entanto, segundo as distribuidoras, esse modelo não representa uma remuneração adequada da rede de distribuição e a revisão da RN 482 em análise pela ANEEL visa diminuir o percentual de compensação de energia injetada na rede (os índices sugeridos para possíveis compensações, inicialmente, são de 100%, 72%, 66%, 59%, 51% e 37%).

É preciso apoiar a diversificação da matriz energética e o futuro das próximas gerações
Em um planeta onde a natureza tem enviado comunicados evidentes sobre o que significa a exploração indiscriminada dos recursos naturais, inclusive da matriz energética baseada em hidrelétricas, com custos altíssimos de produção, operação, manutenção e infraestrutura de transmissão e com influência direta sobre o meio ambiente, não será positivo para o país retroceder o processo de ampliação do acesso as energias renováveis, em especial a energia fotovoltaica.
Por suas dimensões e posição geográfica, o Brasil tem uma das maiores incidências de raios solares do mundo. O potencial do país para o uso da energia solar é muito grande, e ainda pouco explorado. Ainda são poucas as iniciativas de incentivo à utilização desta fonte energética. Essa mudança na metodologia da compensação dos créditos irá frear a expansão do setor e o retorno do investimento do consumidor final ficará mais distante, possivelmente até inviabilizando o projeto em determinadas situações. Não podemos assumir uma postura passiva diante da mudança que está sendo sugerida. Precisamos ir do luto à luta, cobrar os autores e discutir com a sociedade, que também sonha com um futuro sustentável para as próximas gerações. Queremos facilitar o acesso à energia solar e apoiar a diversificação da matriz elétrica de nosso país aumentando a segurança e a autonomia no suprimento de energia, tendo o sol como maior parceiro e a sustentabilidade como lema.