Não aceitamos o retorno do imposto sindical

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Não podemos e não queremos retroceder em nossas conquistas, não queremos continuar financiando grupos como sindicatos, partidos políticos de esquerda e grupos terroristas como MST e MTST (https://www.youtube.com/watch?v=4cmG5PJ21-8 que utilizam o dinheiro do trabalhador para financiar ataques ao próprio trabalhador, em comércios, industrias, fazendas, escolas e universidades, não aceitamos o retorno do imposto sindical que arrecadou em 2016 com o desconto de 1 dia de trabalho (o correspondente a 4,5% de um salário) R$3,53 bilhões de reais.

Se confirmado o novo porcentual citado por UGT e Força a proposta apresentada pelas centrais sindicais passaria a ser 13% saltando para R$ 10,2 bilhões de reais sendo mais um imposto a onerar o orçamento dos brasileiros e encher os cofres de pessoas que vivem de parasitar a máquina pública. 

O presidente Michel Temer (PMDB) negocia com o chefe da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), a votação, em regime de urgência, de um projeto de lei para recriar o imposto sindical, segundo a Coluna do Estadão.

De acordo com a publicação, Temer tinha prometido às centrais que enviaria ao Congresso uma Medida Provisória para manter o imposto, por cinco anos, mas desistiu.

O imposto sindical é a principal fonte de renda dos sindicatos e aliados negociaram apoio a Temer na 2.ª denúncia, em troca da recriação do tributo.

Sem imposto sindical, centrais contam com retorno da contribuição via MP

Afetados pelo fim do imposto sindical, lideranças trabalhistas vão apostar na força que as representações exercerão em negociações de acordos coletivos para mostrar que um tipo de financiamento não obrigatório deve ser incluído na Medida Provisória (MP) de ajustes da lei trabalhista. 

A expectativa é sensibilizar lideranças políticas no Congresso Nacional e conseguir incluir uma emenda na MP a ser editada nos próximos dias. Sem algum tipo de financiamento sindical, avaliam os chefes das centrais, é impossível manter a estrutura de apoio ao trabalhador. 

Segunda-feira (24), representantes da UGT, CTB, Força Sindical, CSB e Nova Central se reuniram para debater como vão se articular nas próximas semanas e influenciar o governo no texto da MP. A CUT, central que congrega o maior número de sindicatos e trabalhadores do País, não participou da agenda. 

“Vamos tentar trabalhar outros itens [dentro da MP], não apenas o custeio. O movimento sindical vai continuar forte, principalmente neste momento em que 14 milhões de trabalhadores estão desempregados. É momento de fornecer estrutura de apoio para essa população”, pontuou o presidente da UGT, Ricardo Patah. 

Está em discussão em vez de ter um dia de trabalho descontado, obrigatoriamente, todo ano (o correspondente a 4,5% de um salário), a contribuição será decidida em assembleia, sem um teto estabelecido.

A União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Força Sindical defendem que de 6% a 13% de um salário mensal sejam destinados anualmente ao financiamento das entidades.

A mudança negociada com os parlamentares é parte das alterações a serem feitas após a aprovação da reforma. Criada para financiar a estrutura sindical, a nova “contribuição por negociação coletiva” é apoiada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), UGT e Força. Juntas, elas representam 51,8% dos trabalhadores sindicalizados.

O valor defendido pela Força e UGT, porém, faria com que os empregados pagassem mais que um dia de trabalho aos sindicatos. O presidente da UGT, Ricardo Patah, defende 6% de um salário. “É um valor equilibrado que poderia ser dividido em 12vezes.”



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