Não às hidrelétricas nos rios do Paraná

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  • Diversos rios do Paraná, como Ligeiro, Índios, Ivaí, Piquiri, Iguaçu, Tibagi (cuja lista está sendo atualizada de acordo com as informações levantadas) estão na mira de grandes grupos empresariais que querem construir usinas hidrelétricas em seus leitos. São as chamadas 'PCHs' (Pequenas Centrais Hidrelétricas) ou as 'CGHs' (Centrais Geradoras Hidrelétricas). Se a sociedade não se mobilizar, as bacias hidrográficas paranaenses poderão sofrer com até 213 empreendimentos desse porte. 
  • Precisamos sim de energia elétrica, porém, devemos buscar outras fontes alternativas que não exijam o extermínio de nossos rios e de toda a vida que lhes cerca, assim como terras agricultáveis e comunidades ribeirinhas.
  • Outras formas de energia, como eólica e solar, podem e devem ser estimuladas. De outro modo, sabemos que a preservação de nossas riquezas naturais, pode movimentar significativamente as economias regionais através de projetos de ecoturismo, turismo rural, turismo de aventura, entre outros. 
  • De acordo com a revista Forbes, em artigo traduzido pelo ClimaInfo  "da China ao Brasil e países dos Bálcãs, vários países aprovaram políticas que reduzem a necessidade de planejamento e regulação para PCHs, muitas vezes dentro de programas de redução das emissões de gases de efeito estufa. Embora as PCHs não inundem vales inteiros, como costumam fazer as grandes represas hidrelétricas, elas fragmentam os cursos de água, impedem ou no mínimo dificultam a migração dos peixes rio acima e desviam a maior parte da água dos canais principais para as casas de força, deixando longos trechos com fluxo drasticamente reduzido durante a maior parte do ano. Isso sem falar da degradação estética da paisagem. Estudos feitos na Noruega, na Espanha e na China, concluíram que as PCHs têm um impacto maior por megawatt do que os grandes projetos hidrelétricos. No exemplo da bacia do rio Douro, na Espanha, projetos hidrelétricos com menos de 10 MW causam quase ⅓ dos impactos hidrelétricos na bacia, enquanto produzem apenas 7% do total de energia gerada. Além disso, as 140 PCHs ali existentes criaram sete vezes mais barreiras (para, por exemplo, a movimentação de peixes) do que as 17 grandes da bacia hidrelétrica, para gerar uma energia 15% mais cara e menos flexível para o atendimento da demanda da rede”
  • #RIOSVIVOS
  • #USINASNÃO

Mais informações aqui = https://www.bisbinoticias.com.br/post/v%C3%ADdeo-d%C3%A1-voz-ao-rio-ligeiro-que-pede-socorro 

Crédito da foto: Anderson Theodoro. Cachoeira do Rio Ligeiro. 

 

 



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