Salve o Hospital Sofia Feldman!

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SALVE O HOSPITAL SOFIA FELDMAN

A MAIOR MATERNIDADE DO PAÍS PEDE SOCORRO!

Ministro da Saúde Gilberto Occhi

Solucione definitivamente o déficit financeiro do Hospital Sofia Feldman

Publique a CIB-SUS/MG 2.645, de 22 de dezembro de 2017

A maior maternidade do Brasil, o Hospital Sofia Feldman em Belo Horizonte, vive uma grave crise financeira que vem ocasionando fechamento de leitos, demissão de trabalhadores, falta de insumos, redução de atendimentos. Mulheres e bebês da capital e do interior já estão com o atendimento comprometido por falta de disponibilidade imediata de leitos, impactando na mortalidade e morbidade materna e neonatal. O Sofia está prestes a fechar as portas se o financiamento continuar insuficiente, ou seja, com o déficit mensal de 1,5 milhão de reais mensais. Solicitamos que o Ministro da Saúde Gilberto Occhi aprove, ainda este ano, por meio da publicação da Portaria Ministerial de alocação do recurso que pode equacionar definitivamente esse déficit, com a incorporação de recursos financeiros federais, do orçamento do Ministério da Saúde para a recomposição de custeio do Hospital Sofia Feldman, no valor anual de R$ 18.000.000,00 (dezoito milhões de reais), aprovado pela Comissão Intergestores Bipartite do Sistema Único de Saúde do Estado de Minas Gerais - CIB-SUS/MG em 22 de dezembro de 2017.

Ministro Occhi, as mulheres, bebês, famílias de Belo Horizonte e Minas Gerais dependem desse recurso para continuarem contando com a assistência ímpar do Hospital Sofia Feldman nesse momento tão importante de nossas vidas! Nós, abaixo assinados, fazemos um apelo para que a publicação desta portaria aconteça ainda este ano.

#OcchiSalveOSofia

O Hospital Sofia Feldman é a maior maternidade do Brasil em número de partos e atende exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde. Até o ano passado eram assistidos, a cada ano, aproximadamente, 10 mil partos de mulheres residentes em Belo Horizonte e no interior do Estado de Minas Gerais. O Sofia é referência em gestações e partos de alto risco e contava com mais de 50 leitos de UTI neonatal. Neste ano houve o fechamento de 15 leitos de UTI neonatal. O subfinanciamento crônico que vem se agravando a cada ano, intensificado pelo atraso de repasses e negligência do poder público provocou a redução de 1000 para 700 partos por mês, em 2017, a demissão de 100 trabalhadores e o atraso de salários dos que permanecem na instituição.

Documentos oficiais comprovam que o Sofia é, em Belo Horizonte, a maternidade que mais produz, mesmo recebendo 3 vezes menos que a 2a maternidade da cidade. Contudo, ao longo dos anos, as dificuldades financeiras fruto do subfinanciamento, atrasos nos repasses e, especialmente, da ausência de financiamento tripartite: município, estado e união têm comprometido a continuidade da instituição colocando em risco o seu funcionamento. A gestão municipal, ao invés de apoiar o Hospital para equacionar a situação, condicionou os repasses do município ao cerceamento de acesso, utilizando como critério para o financiamento, o endereço de residência das usuárias e não a sua necessidade de cuidado. Essa suposta solução, além violar direitos das mulheres e princípios do SUS, impõe ao Sofia um ciclo de asfixiamento, já que atendendo menos partos, são menos IDHs e portanto menos repasses. O Sofia vem enfrentando essa grave crise desde 2015, endividado, recorrendo a empréstimos e atualmente não tem mais crédito nas instituições financeiras. Sempre foi porta aberta, com atendimento livre demanda, acolhimento imediato e acesso pela central de internação da Prefeitura de Belo Horizontes sem recusas. Neste ano, pela primeira vez, precisou recusar atendimento por causa da restrição de atendimento imposta.

O Hospital é reconhecido por adotar modelo de cuidado que defende o protagonismo da mulher e investe em práticas inovadoras baseadas em evidências científicas. A mulher tem garantido o direito ao acompanhante, tem a possibilidade de frequentar o Núcleo de Terapias Integrativas e complementares e acesso aos métodos não farmacológicos de alívio da dor. A assistência ao parto de risco habitual é realizado por enfermeiros obstetras e a mulher conta com a presença da doula. As práticas de humanização se estendem também para as famílias cujos bebês precisam ficar nas unidades neonatais,  garantindo condições de permanência para a mãe em período integral durante a internação do bebê e o livre acesso dos pais a estas unidades. Além disso há incentivo ao aleitamento materno e ao método canguru. Possui um papel importante na formação de profissionais para atuar no SUS, por meio dos programas de residência realizados na Instituição. Além disso, como fruto de parcerias realizadas com o Ministério da Saúde, JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão) e IHI tem sido referência para capacitação de profssionais assistenciais, gestores e docentes de outras instituições do Brasil e de outros países.

#OcchiSalveOSofia

Mais detalhes no link: https://goo.gl/AJSR4S



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