Rompa com a negligência, fiscalize as barragens!

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A tragédia ocorrida em Mariana deixou comunidades que habitavam as margens do Rio Doce impossibilitadas de viver das atividades econômicas que historicamente praticavam, já que o rio de que dependiam agora está morto, ou seja, o nível de poluição é tão alto que não há vida animal e vegetal capaz de sobreviver saudavelmente em tal ambiente.       Ademais uma das moradoras de Bento Rodrigues, sobrevivente da tragédia, estava grávida e, em decorrência do trauma vivido, sofreu um aborto, o que eleva para 20 o número de mortes. Além destes, há inúmeros relatos de que algumas pessoas, abaladas psicologicamente pela alteração abrupta e involuntária em seu modo de vida, tenham cometido suicídio. Em 2019, a população de Mariana ainda sofre as consequências do rompimento da barragem ocorrida em 2015. Nos ajude a evitar que novas barragens se rompam através da fiscalização. Assine agora!