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Revocación de uso del nombre Hugo Chavez para Plaza en Municipio de Amadora, Portugal.

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ESPAÑOL

El uso del nombre de Hugo Chávez para el nombramiento de un espacio público constituye una afrenta grave dirigida a miles de personas que se han visto afectadas por el paso de éste personaje por la presidencia de la república de Venezuela.

Si bien aún es muy temprano para sacar conclusiones absolutas sobre el legado de Hugo Chávez, su polémica existencia, sus acciones radicales y discriminatorias, la política de persecución de género, de descalificación colectiva dirigida a grupos señalados, su cólera y represalias contra la disidencia de pensamiento, la impunidad al crimen organizado, la creación de grupos de civiles armados que actúan contra otros civiles venezolanos, el secuestro de todas las instituciones democráticas y el subsecuente abuso de poder, la desmoralización y empobrecimiento sistemático de las clases profesionales, el estímulo a las clases corruptas y al crimen internacional, su apoyo abierto a grupos terroristas como las FARC, ETA, entre otras,  que actúan impune y abiertamente  dentro del territorio venezolano, en el cual se han identificado muchos de sus dirigentes circulando libremente. Las miles de personas secuestradas, abusadas, violadas, asesinadas a manos de grupos criminales que actúan con el apoyo del Gobierno, las expropiaciones injustificadas, la creación de una sociedad dependiente de subsidios, de misiones, una sociedad secuestrada ante la constante amenaza de corte de éstos subsidios, una sociedad apagada por la carencia de presente y por la invisibilidad de futuro. La persecución sistemática a los partidos políticos, a los dirigentes políticos, a los estudiantes, a los académicos, a los medios de comunicación, a los periodistas, a miles de exilados a la fuerza, 1.600.000 de exiliados desde 1998 y el número continua a aumentando. Muchos de ellos son portugueses. Por haber creado una juventud parásita que se dedica a las transacciones de mercado negro y venta de divisas, más gratificante, estimulante y atractivo que dedicarse a estudiar y crear valor para el país, por el incentivo al narcotráfico y a la corrupción. Por su discurso pertinaz, leguleyo, demagogo y abusador, carente de sustento o substancia más allá que el odio a las clases privilegiadas, el resentimiento, el abuso de los símbolos nacionales y del padre de la Patria.

Es importante resaltar que la comunidad Luso-Venezolana se ha visto extensamente  afectada por la persecución de género, que constituye una política de Estado originada durante la Presidencia de Hugo Chávez y extendida al mandato de Nicolás Maduro. Los portugueses y luso descendientes son víctimas constantes de robo, extorsión, secuestros, asesinatos y demás vejaciones perpetradas por el crimen organizado, amparado por el Gobierno de Nicolás Maduro.

Por todo esto anterior y por muchas otras omisiones no expuestas aquí, pedimos respetuosamente a la Presidenta de la Cámara Municipal de Amadora, Sra. Carla Maria Nunes Tavares, que sea reconsiderada la utilización del nombre de Hugo Chávez para el nombramiento de la Plaza, o de cualquier otro espacio público, de forma que genere susceptibilidad entre los miles de personas que de diversas formas se han visto afectados por las acciones discriminatorias de quien en vida actuó como Presidente de Venezuela.

Habiendo contando con el apoyo de larga parte de la población venezolana, Hugo Chávez utilizó su posición y su poder para actuar contra el pueblo que lo eligió democráticamente para ocupar el más honorable cargo público que un país puede ostentar.

PORTUGÊS

O uso do nome de Hugo Chávez para a nomeação de um espaço público é uma séria afronta dirigida a milhares de pessoas que têm sido afectadas pela passagem desta personagem pela presidência da República da Venezuela.

Embora ainda seja muito cedo para tirar conclusões absolutas sobre o legado do Hugo Chavez, a sua controversa existência, suas acções radicais e discriminatórias, a sua política de perseguição de género, as suas desqualificações dirigidas a grupos especíificos, sua raiva e retaliação contra a dissidência, a impunidade do crime organizado, a criação de grupos de civis armados que atuam contra outros civis venezuelanos, o sequestro de todas as instituições democráticas e o subseqüente abuso de poder, a desmoralização e empobrecimento sistemática das classes profissionais, o incentivo às classes corruptas e ao crime organizado, o seu apoio aberto a grupos terroristas como as FARC, ETA, entre outros, que agem com impunidade e abertamente dentro do território venezuelano, dentro do qual têm sido identificados muitos dos seus líderes a circular livremente. Os milhares de pessoas sequestradas, abusadas, estupradas, assassinadas por grupos criminosos que operam com o apoio do Governo, as expropriações injustificadas, a criação de uma sociedade dependente dos subsídios do Estado, uma sociedade refém perante a constante ameaça de corte desses subsídios, uma sociedade apagada pela ausência do presente e da invisibilidade do futuro. A perseguição sistemática dos partidos políticos, líderes políticos, estudantes, acadêmicos, meios de comunicação, jornalistas, milhares de exilados à força, 1.600.000 milhoes de exilados desde 1998 e o número continúa a crescer. Muitos destes são portugueses. Pela criação de uma juventude parasitária dedicada a transações de mercado negro e venda de divisas, mais gratificante, estimulante e atractivo para do que estudar e criar valor para o país, o incentivo ao tráfico de drogas e corrupção. Pelo seu discurso pertinaz, demagogo e de linguagem ultrajante, desprovisto de sustento nem substancia elém do ódio às classes privilegiadas, o ressentimento, e o abuso de símbolos nacionais e do pai da Pátria.

É importante salientar que a comunidade Luso-venezuelana tem sido amplamente afectada pela perseguição de género, o que constitui uma política de Estado originada durante a presidência de Hugo Chávez e se estendeu para o mandato de Nicolas Maduro. Os Luso descendentes e portugueses são vítimas constantes de roubo, extorsão, sequestro, assassinato e outras vejações cometidas pelo crime organizado, protegido pelo governo de Nicolas Maduro.

Por todas estas razões acima assinaladas e muitas outras omissões não expostas aqui, viemos por este meio solicitar respeitosamente à Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Carla Maria Nunes Tavares, a reconsideração à utilização do nome de Hugo Chávez para a nomeação da Praça, ou qualquer outro espaço público, de forma que suscite susceptibilidade entre os milhares de pessoas que, de várias maneiras vêm-se afetadas pelas ações discriminatórias de que em vida serviu como presidente da Venezuela.

Tendo contado com o amplo apoio da população venezuelana, Hugo Chávez usou sua posição e poder para virar em contra do povo que o elegeu democraticamente para ocupar o cargo público mais honrado que um país pode se orgulhar.

ENGLISH

The use of the name of Hugo Chavez for naming of a public space is a serious affront directed to thousands of people who have been affected by the passage of this character in the presidency of the Republic of Venezuela.


While it is still too early to draw absolute conclusions about the legacy of Hugo Chavez, the controversial existence, its radical and discriminatory actions, the policy of geno-based persecution, collective disqualification directed to designated groups, his anger and retaliation against dissent thought, impunity to organized crime, the creation of armed militias of civilians acting against other Venezuelan civilians, the kidnapping of all democratic institutions and the subsequent abuse of power, demoralization and systematic impoverishment of the professional classes, encouraging the international crime and corrupt class, his open support to terrorist groups like the FARC, ETA, among others, acting with impunity and openly within Venezuelan territory, where many of their leaders have been identified circulating freely. The thousands of people abducted, abused, raped, murdered by criminal groups operating with the support of the Government, unjustified expropriations, the creation of a subsidies dependent society, a society hostage to the constant threat of cutting these subsidies, a society muted by the lack of present and with a invisible future. The systematic persecution of political parties, political leaders, students, academics, the media, journalists, thousands of exiles to force, 1,600,000 exiled since 1998 and the number continues to increase. Many of them are Portuguese. For creating a parasitic youth generation dedicated to black market transactions and selling currency, more rewarding, stimulating and attractive than to devote to study and create value for the country, the incentive to drug trafficking and corruption. For his opinionated, shyster, demagogue and abusive speech, devoid of sustenance or substance beyond hatred of the privileged classes, resentment, abuse of national symbols and the father of our country.


It is important to note that the Luso-Venezuelan community has widely been affected by geno-based persecution, which is a State policy originated during the presidency of Hugo Chavez and extended the mandate of Nicolas Maduro. Portuguese and Portuguese descendants are constant victims of robbery, extortion, kidnapping, murder and other indignities perpetrated by organized crime, protected by the government of Nicolas Maduro.


For all these reasons above and many other omissions not exposed here, we respectfully request the President of the Municipal Chamber of Amadora, Ms. Carla Maria Nunes Tavares, it reconsidered the use of the name of Hugo Chavez for the appointment of the Plaza, or any other public space, so that it generates susceptibility among the thousands of people who in various ways have been affected by the discriminatory actions in life who acted as President of Venezuela.


Having with counted with the wide support of the Venezuelan people, Hugo Chavez used his position and power to act against the people who elected him democratically to occupy the most honorable public office that a country can boast.



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