Ética nas campanhas políticas: protegendo a população e a reputação do Brasil.

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As últimas campanhas eleitorais atingiram 214 milhões de brasileiros, sendo 147 milhões eleitores. Muitos foram abalados psicologicamente devido ao uso e abuso de imagens e mensagens violentas, mentirosas e fora de contexto. Um grave caso de saúde pública, de custo inestimável presente e futuro. Pode e deve ser evitado no futuro.

Sem regras, limites ou distinção, jovens e adultos, idosos e crianças foram bombardeadas de opiniões, ameaças, cenários catastróficos, comentários e depoimentos...em toda parte, dia e noite, repetitivamente...Diretamente ou através da iniciativa descontrolada de simpatizantes, instigaram-se sentimentos de medo, desalento, ódio, raiva...

Estas ações capturaram o imaginário de milhões de maneira profunda: Milhões se apavoraram...radicais se soltaram, outros tornaram-se radicais sem perceberem sua transformação em intolerantes, estanques, incapazes de conversar a respeito de possíveis alternativas às suas “verdades absolutas e óbvias”. 

Milhares perderam a capacidade de trabalhar, de criar, de produzir, de se relacionar...Laços se desfizeram ou foram fortemente abalados entre familiares, amigos, em locais de estudo, trabalho e outros...

Estas campanhas repercutiram muito mal internacionalmente também, com impactos negativos à reputação do Brasil e dos brasileiros, afetando negativamente oportunidades de carreiras e negócios.

Quanto tempo levará para que este quadro se reverta, e qual o custo destes impactos para cada impactado e para a sociedade brasileira?

Solução: uma ação suprapartidária para firmar um compromisso de respeito a um código de ética que nasceria de um acordo entre líderes do governo e de cada partido político. Nunca mais no futuro!

Liderando pelo exemplo, sem ambiguidade, os lideres podem influenciar seus seguidores, cabos eleitorais e a toda a sociedade. 

Neste momento crucial,  sinalização de tal compromisso contribuirá certamente para normalizar e regularizar a vida de muitos brasileiros e melhorar a percepção externa a respeito do Brasil. 

A aderência ao compromisso, com o tempo, consolidará um novo modo de fazer campanhas, enriquecerá a qualidade dos debates e das decisões. Um círculo virtuoso que será muito bem recebido por todos os brasileiros destas e das futuras gerações.