Vitória

Nota

Este abaixo-assinado foi vitorioso com 39 apoiadores!


Está iniciativa é apenas uma repulsa pública.

Está iniciativa marca o movimento pela não invisibilidade ou normalização do que passei, do que passamos, eu, meu pai, e meus filhos;

Está iniciativa não tem maiores objetivos a não ser afirmar que o que se passou, não foi certo, não foi legítimo, não houve etica, amor ou zelo. É uma iniciativa que afirma que eu e eles passamos por uma covardia

Muitas vezes em nosso sistema punir ou responsabilizar as pessoas por seus atos com os outros não é fácil ou garantido. Até para se dar o start em uma ação cível, há que se ter energia e modos.

Até então eu, Camilla Cidade, venho nas ações mais imediatas para eu e meus filhos, mudança do apartamento para reinício de uma nova vida, superação da tragédia, luto, mudança, reinserção na universidade, retomada de carreira artística, terapia para minimizar os danos, centro espírita e muita reza pra conseguir perdoar a todos esses envolvidos na remoção minha, de meu  pai e de meus filhos com prazo de 90 dias estando com o pai, ao lado da emergência e já ultrapassado prazo máximo de vida! 

É um grito sobre a não normalização desta situação absurda.

O que ocorreu foi Imoral, antiético, VERGONHOSO, beira ilegalidade, fere direitos do idoso, do paciente, da mulher, das crianças.

ESTA É UMA NOTA DE REPUDIO PUBLICO AO RAMON

O meu tio que deixou eu descobrir através de vizinhos que ele havia negociado para a venda o apartamento que eu morava (viviva com  e meus filhos  e administrava a morte do meu pai sozinha), o meu tio que ao invés de dizer aos compradores do Hospital Icaraí que havia um doente terminal ali, que se esperasse mais seis meses para a transação imobiliária, não colocou nenhuma dificuldade e nem apresentou a situação aos compradores e vizinhos.

Este mesmo tio que agiu sabe se lá como, para venda de um imovel que tinha vários outros herdeiros, e que ele não tinha autonomia para decisão, mas a fez, e afirmou ao Hospital que a venda seria feita e tratou eu e meus filhos, tambem descendentes, como não herdeiros, pois não tínhamos direito sobre o imóvel, pois herdeira é a minha mãe. E nós tratou como inquilinos sem direitos, aliás, nos tratou como cachorros. Tirou a paz dos últimos dias de meu pai.

Esta é uma nota de repúdio público a injustiça de não respeitar o direito da paz no momento de finitude.

Essa é uma nota pública de repúdio a atitude da Carolina de alem de se manter imparcial, como se nada tivesse a ver com aquilo; querer por este nome em seu filho. 

Para todos as pessoas que se alguma maneira souberam ou acompanharam está situação.

O bebê não foi registrado ainda, cartório só segunda feira, me ajudem a dar firmeza ao meu cunhado, pai da criança, a qual eu vou apresentar isso aqui, no pedido que ele de alguma forma interceda e não deixe essa homenagem que tanto me fere se realize.



Hoje: Camilla está contando com você!

Camilla Cidade precisa do seu apoio na petição «Justiça penal sobre desrespeito a finitude de um paciente terminal : Repulsa pública ao que Ramon fez com Camilla, Guto e Antonio e Camillo». Junte-se agora a Camilla e mais 38 apoiadores.