JUSTIÇA PELA THAYLANNE

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Movimento lute como ele criou este abaixo-assinado para pressionar Odair José Soares (DELEGADO-GERAL DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE GOIÁS) e

Thaylanne tem apenas 17 anos e, no dia 23 de outubro de 2019, foi espancada com requintes de crueldade. Ela foi agredida com pauladas, facão e barra de concreto. Essa atrocidade aconteceu em Formosa/GO.

A adolescente ficou internada por sete meses, sendo que só na UTI ficou um mês. Ela teve várias lesões na cabeça e cortes no corpo. Devido às lesões na cabeça, Thaylanne ficou com transtornos mentais, toma medicamentos controlados diariamente e também para a depressão. Ela ficou, também, com todos os dentes da frente quebrados e precisa agora de ajuda para restaurá-los.

Thaylanne estava saindo de uma festa às dez horas da noite quando foi abordada por três homens que começaram com insultos, tentativas de estupro e palavras de preconceitos como: "sapatão raça do inferno", "desgraçados" e logo cometeram a violenta agressão contra ela.

A polícia militar apareceu e a adolescente foi transferida de helicóptero para o hospital de urgência de Goiás.cUm inchaço no cérebro, causado pelas agressões, fez com que os médicos mantivessem a adolescente em observação até que o grave quadro regredisse. Com a melhora, Thaylanne pôde deixar o hospital, mas ainda traz no corpo e na memória as diversas cicatrizes e o horror da HOMOFOBIA. 

A mãe de Thaylane, Luciana Santos Costa, conta emocionada, que a filha assumiu publicamente sua orientação sexual aos 14 anos e sempre teve total amparo da família. “Eu vejo as notícias, acompanho os jornais. A gente vê jovens sendo agredidos, até mortos, por serem gays. Meu receio maior, desde que ela se assumiu, sempre foi o preconceito das pessoas”. Luciana revela que se preocupava com a segurança da filha, apesar de a garota nunca ter passado por algo parecido. Thaylanne recorda que antes de ser agredida um dos agressores disse: "que toda sapatão tem que morrer, são seres repugnantes". 

“Hoje, foi a Thaylanne, mas amanhã pode ser outra jovem que será agredida verbalmente ou fisicamente simplesmente pela sua orientação sexual. Minha filha foi atacada pelo que ela é, nada mais. Se não houver punição, isso pode abrir portas para que casos semelhantes se repitam”, desabafou a mãe.

Desde que foi espancada até agora a justiça não deu um parecer concreto sobre as investigações, os agressores não foram presos, muito menos punidos. O caso continua IMPUNE! Pedimos que o delegado de polícia de Formosa, José Antonio Machado Sena, se manifeste sobre o caso e que a Polícia Civil cumpra com a lei, investigando e levando à prisão esses agressores, que são criminosos!

A mãe de Thaylanne pede ajuda para manter o tratamento da filha, pois não tem condições. Estando desempregada, mal tem dinheiro para a alimentação necessária. Clique aqui para doar para a vaquinha e ajudar!

Para ler mais sobre a história de Thaylanne, acesse o Instagram do Movimento Lute Como Ele e do Robhério Limma.

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