Perdeu a moral! Exigimos que Bretas seja afastado da Lava Jato!

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Com um ato ganancioso, Marcelo Bretas conquistou o direito de receber auxílio-moradia graças a uma ação judicial movida junto com outros quatro colegas. Isso não é nada mais, nada menos que dinheiro público sendo disperdiçado. É um absurdo que o juiz federal Marcelo Bretas - responsável por julgar os casos da Lava Jato no Rio de Janeiro e símbolo do combate à corrupção no Estado – receba auxílio-moradia mesmo sem, a princípio, ter direito a esse benefício! Ainda é muito pior que ele seja irônico, desrespeitoso e dobochado em sua resposta à população.


A princípio, o juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro não teria direito ao benefício, de acordo com a resolução 199 de 7 de outubro de 2014 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O CNJ prevê que o magistrado não pode receber o auxílio-moradia, caso resida no mesmo imóvel e seja casado com um cônjuge que já recebe o benefício.


Este é justamente o caso do juiz Bretas, que é casado com a também juíza federal Simone Diniz Bretas, que já recebe o auxílio-moradia. Ambos residem em um imóvel de luxo na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro. Atualmente, um juiz federal recebe o salário R$ 27.500,17 + benefícios. O auxílio-moradia de cada um pode chegar ao valor de R$ R$ 4.377,73. Com um salário tão elevado, é inadmissível que um juiz aja como se precisasse de assistência para pagar um metro quadrado se quer. E isso é ainda pior quando um ato tão ganancioso é cometido por um juiz que tem como tarefa combater a corrupção e pôr um fim, na ganância desenfreada de políticos que por tantos anos assaltaram os cofres públicos.


O caso de Marcelo Bretas foi exposto por uma matéria publicada na Folha de São Paulo no dia 29 de janeiro de 2018. Ele então prontamente usou o Twitter para manifestar-se de forma irônica e debochada. “Pois é, tenho esse ‘estranho’ hábito. Sempre que penso ter direito a algo eu VOU À JUSTIÇA e peço. Talvez devesse ficar chorando num canto, ou pegar escondido ou à força. Mas, como tenho medo de merecer algum castigo, peço na Justiça o meu direito”, disse Bretas no Twitter.
Não podemos aceitar essa resposta de Bretas. O tom de deboche e ironia apenas demonstra que ele não está aberto a críticas, não aceita ser contrariado e é intransigente. Somos nós que pagamos o seu salário, o seu auxílio-moradia. Por isso, e enquanto sociedade, merecemos ser respeitados. Usando uma expressão bem popular, podemos dizer que Marcelo Bretas perdeu a moral! E um judiciário sem moral junto sociedade e imoral não pode defendê-la.


A sociedade brasileira consegue perceber a imoralidade e hipocrisia deste benefício e se manisfestou contrária a ele. Bretas não consegue. Não vê problema em explorar os recursos públicos. É intolerável que um juiz faça questão de extrair dos cofres públicos, valores que não lhe são de direito.
Diante da imoralidade desta questão e das atitudes adotados pelo juiz, reinvidicamos que as autoridades competentes afastem o juiz Marcelo Bretas dos casos da Lava Jato no Rio de Janeiro. Depois de sua atitude debochada e zombeteira, a população perdeu a confiança em seu trabalho. Um juiz que julga e combate a corrupção não pode ser imoral!



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