Queremos a nomeação do primeiro ministro já. Viva a democracia

Queremos a nomeação do primeiro ministro já. Viva a democracia

0 a signé. Prochain objectif : 500 !
Quand elle atteindra 500 signatures, cette pétition aura plus de chance d'être inscrite comme pétition recommandée !
Peuple Bissau Guinéen pour la Démocratie a lancé cette pétition adressée à Président José Mario VAZ - JOMAV et à

MANIFESTO POLÍTICO POPULAR ! 

Nós o povo da Guiné-Bissau, tendo pela via das eleições legislativas de 10 de março passado, conforme plasmado na nossa carta magna, a Constituição da República, procedido à escolha dos nossos legítimos representantes, exigimos o respeito pleno dos direitos e liberdades que nos assistem.

Após séculos de resistência e onze anos de luta armada, proclamamos a nossa soberania e independência, adotamos instrumentos universalmente reconhecidos para a regulação da nossa vida em sociedade. Escolhemos livremente o modelo democrático, ou seja, aderimos ao sistema de poder exercido pelo povo e em nome do povo e à limitação das competências de quem governa, representando essa escolha a condição primeira para a harmonia interna, a paz e a estabilidade.

A recusa do Presidente da República em conformar a essa ordem, é uma afronta a todos, um desrespeito pelo esforço coletivo, um atentado ao Estado de Direito Democrático e um desprezo pelos esforços da comunidade internacional nossa parceira.

O respeito pela dignidade coletiva e a degradação acentuada da nossa condição social não nos permite aceitar esse destino: escolas fechadas, hospitais completamente degradados, serviços sociais paralisados, estradas inexistentes, governantes que roubam bens públicos com a proteção de órgãos que deviam evitar esses roubos e perante o aplauso e incentivo do Presidente da República. Um Presidente da República, aliás sob sequestro e que responde exclusivamente a instruções de um grupo associado a interesses obscuros e mesmo marginais.
Nós, o povo, e todos os que nos acompanham, cá dentro e lá fora, a nossa Sociedade Civil, mesmo aqueles que servem o Presidente e se querem inocentes, as nossas forças de defesa e segurança, a comunidade Internacional – temos neste, o momento que antecede o do não retorno. Este ainda é um momento de ponderação e de possível inflexão. Amanhã será tarde, talvez terrivelmente tarde.

Ao não respeitar as leis, o Presidente perdeu legitimidade, tanto legal como política, pelo que, temos nós de evitar o caos e a anarquia que ele e seus aliados pretendem impor à nação. Temos nós a responsabilidade de salvaguardar a paz, a ordem social e a estabilidade.
Todos devem assumir essa condição, de defensores da ordem para a salvaguarda da paz e da estabilidade, valores que só se preservam enquanto existirem.
Exigimos por isso a imediata indigitação pelo PAIGC, do Primeiro Ministro e sua nomeação pelo Presidente da República, assim como a rápida formação do governo pela maioria parlamentar desta X legislatura.

Na falta do atendimento imediato desta exigência, se torna necessário, e mesmo urgente, considerando o fim do seu mandato dentro de 32 dias, assumir que Constitucionalmente o José Mário Vaz não será mais Presidente da República e não terá mais condições de continuar na função de Primeiro Magistrado da nação, devendo se afastar do cargo e permitir a realização imediata de eleições Presidenciais.

O Povo!

MANIFESTE POLITIQUE POPULAIRE !

Nous, le peuple de la Guinée-Bissau, lors des élections législatives du 10 mars, conformément à notre Charte Fondamentale, la Constitution de la République, avons élu nos représentants légitimes et réclamons le plein respect de nos droits et
libertés.

Après des siècles de résistance et onze années de lutte armée, nous avons proclamé notre souveraineté et notre indépendance et nous avons adopté des instruments universellement reconnus pour la régulation de notre vie en société. Nous avons librement choisi notre modèle démocratique, selon lequel le pouvoir est exercé par le peuple et au nom du peuple et les pouvoirs de ceux qui nous gouvernent sont limités, ce choix étant la première condition de l’harmonie, de la paix et de la stabilité du pays.

Le refus du Président de la République de se conformer à cet ordre est un affront à tous, un manque de respect aux efforts collectifs, une atteinte à l'Etat de droit démocratique et un mépris des efforts de toute la communauté internationale.

Le respect de la dignité collective et la dégradation marquée de notre condition sociale ne nous permettent pas d’accepter ce destin: écoles fermées, hôpitaux complètement dégradés, services sociaux paralysés, routes inexistantes, dirigeants
qui volent des biens publics avec la protection d’instances devant éviter ces vols, tout cela avec la complicité ou même l’encouragement du Président de la République.

Un président de la République en otage, qui répond exclusivement aux instructions d'un groupe associé à des intérêts obscurs et même marginaux. Nous, le peuple et tous ceux qui nous accompagnent, à l'intérieur comme à l'extérieur du pays, notre société civile, même ceux qui sont au service du Président de la République et qui se veulent innocents, nos forces de défense et de sécurité, la communauté internationale - nous avons l’opportunité d’arrêter cette dérive autocratique, avant qu’il ne soit trop tard.

Nous sommes encore à temps de changer le cap. Demain il sera tard, peut-être trop tard.
En ne respectant pas les lois, le Président de la République a perdu toute sa légitimité, tant juridique comme politique, de sorte que nous devons éviter le chaos et l'anarchie que lui-même et ses alliés veulent imposer à la nation. Nous avons la responsabilité de préserver la paix, l’ordre social et la stabilité. Tous doivent s’engager dans cette mission de défendre l'ordre et de préserver la paix et la stabilité.

Nous demandons donc au Président de la République la nomination immédiate d’un Premier ministre issu du PAIGC, ainsi que la formation dans les plus brefs délais d’un gouvernement par la majorité parlementaire de cette X législature.

Si le Président de la République José Mário Vaz ne se conforme pas à ses obligations, et compte tenu de la fin de son mandat dans un mois, nous cesserons de le reconnaître comme Président de la République et, constitutionnellement, il ne
pourra plus continuer à exercer ses fonctions de premier magistrat de la nation.
Dans ce cas, il devra tout simplement laisser ses fonctions et permettre la tenue immédiate des élections présidentielles.

Le peuple !

 

 

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