Registro do Morro da Cova da Tia como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN.

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O Morro da Cova da Tia, situado no Território Quilombola Lagoas, sudoeste do estado do Piauí, distante 38 km de São Raimundo Nonato, abriga o túmulo de uma mulher negra escravizada que morreu em circunstâncias desconhecidas enquanto buscava lenha na caatinga. Segundo os moradores locais, a pessoa que teve o cuidado de sepultar o corpo da "Tia" foi o primeiro a ser curado de uma doença de que padecia, iniciando daí a devoção, fazendo com que o lugar seja reconhecido como sagrado para os moradores de toda a região. Não sabemos seu nome, nem mesmo em que ano ela morreu, mas sabemos que foi uma pessoa que sofreu e que, por isso, até hoje, ajuda as pessoas que sofrem. Anualmente a Cova da Tia recebe milhares de devotos para agradecer por graças alcançadas, vindos de vários lugares, municípios, estados vizinhos, São Paulo, Brasilia e entre outros. Como retribuição aos pedidos alcançados, os devotos e devotas da “Tia” pagam suas promessas das mais variadas formas: ex-votos, acendem velas, soltam fogos, rezam terços, dançam São Gonçalo e entre outros. 

Considerando a importância do Morro da Cova da Tia como lugar sagrado e cultural para os moradores das comunidades Quilombolas do Território Lagoas e entornos o objetivo dessa campanha é pedir ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) o registro do "Morro da Cova da Tia" como Patrimônio Histórico Nacional, no Livro de Lugares.

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