Não utilização da CAPA VERMELHA na colação de grau.

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Brasília, Novembro de 2018.

O respectivo requerimento é unicamente voltado para os formandos do 2° semestre de 2018 da instituição mencionada.

Os alunos e futuros formandos do Centro Acadêmico - Instituto de Ensino Superior de Brasília - IESB, campus Oeste, Liliane Barbosa, Localizado na Ceilândia Norte - Distrito Federal, realizamos o abaixo-assinado que segue questionando a utilização da capa vermelha no dia da formatura que ocorrerá ao longo da semana do dia 28 de Janeiro a 02 de Fevereiro de 2019.

Entendemos que em nenhum momento no contrato assinado ou em nenhum diálogo com a Instituição citada foi estabelecido como obrigação a utilização do respectivo adorno (capa vermelha), como acessório conjuntural à apropriada vestimenta de formatura (beca). Há de se considerar que a cor da capa difere às cores específicas dos cursos que estarão se formando na semana citada (com exceção de alguns cursos), ainda, ressaltar no que diz respeito ao curso, as obrigações financeiras e acadêmicas têm sido cumpridas dentro do que nos tem sido exigido, bem como ponderar que o aluguel da beca é ônus de cada aluno.

Diante da imposição quanto a utilização do adorno em questão, torna-se questionável a identidade organizacional da Instituição de Ensino Superior que em sua Missão preza por "desenvolver, ao máximo possível, as potencialidades dos seus alunos para que se transformem em profissionais competentes e cidadãos responsáveis, capazes de se tornarem agentes de mudança da sociedade e da profissão em que atuarão no futuro", considerar que um de seus princípios em Respeito a pessoa "implica a qualquer membro da comunidade – dirigentes, professores, alunos e funcionários – merecem de todos os demais o mesmo respeito que devem oferecer", bem como observar ainda, com base nos Direitos e Garantias Fundamentais constitucionais, a partir do capitulo I - Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, Art. 5°, inciso II - "ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei", há de se considerar que tais ações institucionais perante os princípios normativos citados, divergem a partir de sua postura impositiva perante os sentimentos de desconforto expresso pelos futuros formandos.

Expostas essas questões nós enquanto alunos/clientes e profissionais em formação de diretos e garantias, nos mostrando reflexivos a partir de tudo que nos foi ensinado enquanto discentes comprometidos com o processo de formação pessoal e profissional, posicionamo-nos contrários a utilização da peça que entendemos não fazer parte do figurino tradicional para a realização da cerimônia de colação de grau, especificamente a cor, e que a cerimônia não pode ser condicionada ao uso de peça que não faz parte da indumentária.

Demandamos ao minimo um diálogo a respeito do sentimento gerado para não fazer o uso de direitos legais no que diz respeito à questionar essa imposição e obrigatoriedade.

 

 



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