Prova Final - Cálculo II

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Prezado Srs.,
Nós, a maioria dos alunos da disciplina virtual Cálculo II, sentimo-nos prejudicados e lesados na prova presencial. Haja vista que o conteúdo cobrado na prova estava muito além do que foi abordado nas vídeo-aulas.
As duas primeiras questões que totalizavam o valor de 24 pontos, exigiam amplo conhecimento do conteúdo específico do tópico da Unidade 4 - Volume de Sólidos de Revolução. Cabendo ressaltar, que essa matéria tem POUCO conteúdo no Sistema Canvas. Desse modo, foi observado que mais da metade da turma teve extrema dificuldade na solução das questões, provando e demonstrando com notas baixíssimas. Valendo pontuar que nas duas últimas atividades entregues no ambiente virtual, a turma obteve uma média baixa abaixo do esperado. Posto isso, o professor cobrou gráficos avançados que ele mesmo não fez nas vídeo aulas, uma vez que o mesmo utilizou do software Geogebra, trazendo assim a reflexão: se o próprio docente responsável pela disciplina faz uso de esboço do gráfico através de um programa, como os discentes poderão fazer a prova sem consulta dada a complexidade da questão proposta?
Neste liame, questiona-se também a questão 3, vez que não havia disponível nenhum exemplo parecido em nenhuma vídeo aula ou exemplo nas atividades complementares. O conteúdo exigido foi além do abordado em todas as atividades, da mesma forma que na questão 4.
Todas as questões valiam muitos pontos. Nesse novo sistema estabelecido para as matérias virtuais, fomos extremamente prejudicados e lesados, já que a prova valia 50 (cinquenta) pontos, sendo a mesma totalmente discursiva e com poucas questões valendo muitos pontos. A fim de demonstrar o vicio na reprovação, procuramos os colegas e descobrimos que a maioria dos alunos tiraram uma nota em média de 1 a 10 pontos, sendo que um quórum enorme de alunos zerou a prova mencionada. Essas colocações dificultaram a aprovação destes, que precisam de praticamente 100% de aproveitamento na reavaliação.
Nos sentimos lesados pela metodologia de ensino apresentada e, portanto, pleiteamos uma posição da eminente Instituição, vez que a reprovação é injusta, pois há um vício no modelo apresentado, e quase todos os alunos foram reprovados, apontando desse modo que há algo errado na abordagem de ensino apresentada pela douta instituição. Solicitamos e aguardamos um Parecer da PUC Minas, referente as notas obtidas na última avaliação.
Acrescentamos que buscamos respaldo na legislação brasileira está estabelecida na cartilha dos Direitos e Deveres na Educação, que quando os resultados são ruins existem medidas de acompanhamento das Instituições, para que sejam alcançados melhores patamares. Sendo constatado esse prejuízo os alunos podem pleitear na Justiça a reparação pelos danos, cabendo ao Poder Judiciário fixar as penas pecuniárias à entidade mantenedora, via essa que acreditamos não ser necessárias, vez que a Puc Minas nos permite dialogar e resolver a lide de forma conciliatória.