Repúdio à homofobia no futebol

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Atualmente o Brasil é o país que mata mais LGBTQ’s no mundo, mais especificadamente, uma pessoa a cada 25 horas. Além dos casos de agressão física, o preconceito se encontra em outras camadas e ambientes social: núcleos familiares, mercados de trabalho, espaços de lazer e, também, em estádios de futebol.


Na última quinta-feira (8 de março de 2018), o torcedor palmeirense Willian DeLucca denunciou o grito homofóbico da torcida alviverde “todo viado nessa terra é tricolor”, costumeiramente entoado em jogos contra o SPFC. Mais do que acusar os torcedores e as organizadas, tal episódio trouxe à tona o debate sobre a homofobia presente nos campos de futebol. Seja através de jargões, músicas e/ou xingamentos, a discriminação perpetua um ambiente hostil e preconceituoso, muito distantes do ideal de celebração coletiva do esporte. Não só no Palestra Itália, mas em quase todos os campos do país, as ofensas se naturalizaram, da mesma forma, como ainda é possível encontrar episódios de racismo e machismo em campo. O futebol não é algo apartado da sociedade, pelo contrário, o respeito às diversidades de gênero, raça, classe e sexualidade devem ser primordiais em sua prática. Do contrário, diversos torcedores e torcedoras são afastados  dos estádios.

Nós, abaixo-assinados, repudiamos o uso de expressões homofóbicas em jogos, independente dos times a que torcemos, e demonstramos apoio às populações LGBTQ que frequentam os espaços de futebol.



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