Universidades de primeiro mundo no Brasil

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>Situação Atual

Apesar do Brasil ser um país considerado como bom investidor na educação por PIB, ainda assim permanece com um dos piores índices educacionais. O problema se encontra além da área de investimento, percebe-se na educação brasileira uma carência de metodologias ativas e a necessidade de uma união entre as tecnologias de informação e métodos educacionais mais modernos. A intenção é coletar o maior número de assinaturas e enviar o abaixo-assinado por e-mail para um dos representantes do Governo Federal

Ainda que se tenha observado na educação superior brasileira um aumento significativo de instituições de ensino superior e de matrículas nos últimos anos, a taxa de escolarização líquida da população de 18 a 24 anos continua baixa (13,6%) e a taxa bruta em torno de 25% (CNE 2010).

Apesar do crescimento do acesso à educação superior, a disparidade regional se manteve ao longo da década, com regiões apresentando no ano de 2008 menos de 10% do acesso ao ES, como é o caso das regiões Norte e Nordeste, que chegaram a apenas 9,9% e 8,2% respectivamente, e outras com acesso próximo a 20%, como é o caso da região Sul (CNE 2010).

O Brasil é um dos países com pior índice educacional, 70 países foram avaliados pelo Programme of International Student Assessment (PISA) sobre desempenho escolar, e o Brasil ficou em: 63º em ciências; 59º em leitura e em 66º em matemática.

Apesar da educação precária, o Brasil é um dos países que mais investe em educação, investindo 6% do seu Produto Interno Bruto (PIB), um valor alto se for comparado a países desenvolvidos como Estados Unidos (5,4%) e Finlândia (5%). Isso mostra que o grande problema do Brasil não é a falta de investimento, mas sim a forma como esse investimento está sendo usado. A taxa de evasão dos cursos presenciais - o tanto de pessoas que abandona o curso antes de completar - também é um problema, atingindo 27% nas universidades privadas e 18,3% nas públicas.


>O que deve ser feito

Segundo os especialistas, o problema do Brasil não é a falta de investimento, mas a falta de métodos educacionais modernos, como nos países de primeiro mundo. Os avanços da sociedade ao longo do tempo exigem um olhar cuidadoso sobre o papel das Universidade do Século XXI.

“O Brasil ainda tem uma escola do Século XIX, professores do Século XX e alunos do Século XXI.” (Mozart Neves Ramos, integrante do Conselho Nacional de Educação).

“Usar o mesmo método que foi um sucesso no Século XX será um desastre no Século XXI.” (Ronaldo Mota, reitor da Universidade Estácio de Sá).


>Proposta

Implementar nas instituições de ensino superior duas características relevantes da educação de primeiro mundo: Metodologias ativas e uso de tecnologia em sala de aula. Aulas mais ativas em contrastes com o modelo de aulas tradicionais, onde os alunos são incentivados a solucionar problemas e a elaborar projetos em sala, o professor atuante como orientador e o aluno no centro do processo de educação, o pensamento crítico, científico e criativo, empatia e autoconhecimento inserido como parte do planejamento da aula. Espaço em sala otimizado para facilitar o trabalho em grupo e a relação entre professor, colegas e objetos de conhecimento e informação. Utilizar das tecnologias em sala, se aproveitando de celulares, computadores e fazendo uso dos laboratórios de informática disponibilizados pela universidade.