Transformar os juros da dívida pública em recursos contra a Covid19

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Até o dia 18 de março de 2020, o Governo Federal desembolsou R$ 190,7 bilhões para pagamentos de juros da dívida pública, o que faz parte dos chamados Encargos Especiais.

Apenas essa quantia dá uma média de R$ 72,4 bilhões por mês ou, de modo alternativo, um valor mensal de R$ 342,70 para cada um dos mais de 211 milhões de brasileiros.

Então, a fim de promover uma ação mais efetiva contra a crise causada pela pandemia de Covid19 - e garantir o pleno funcionamento dos serviços públicos e da economia nacional - o Governo Federal deve pedir um esforço humanitário e patriótico aos credores da Dívida Pública e negociar a suspensão dos pagamentos de juros da referida obrigação financeira até o fim dessa calamidade.

Podendo assim repassar tais recursos para os governos subnacionais, as pequenas empresas, os empresários individuais, os trabalhadores informais e demais necessitados, durante a vigência dessa situação.

Com isso, os entes públicos não precisariam promover contingenciamentos em outros programas de ação ou políticas públicas com maior impacto social, como bolsas de estudo e de pesquisa ou demais transferências, além de manter o nível geral de renda do povo brasileiro.

Essa suspensão não atingiria as amortizações ou as operações de refinanciamento já programadas.