Lutando para ter meu filho de volta.

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Meu nome é Mariza, tenho 40 anos. Há quase 7 anos atrás adotei uma criança com 3 meses de vida. Esta criança, hoje com 7 anos se chama Pablo.

Na época o Conselho tutelar o tirou dos seus pais e procurou alguém da família da criança para cuidar do bebê mas na época nenhum parente consanguíneo quis assumir o pequeno Pablo.
Na época eu namorava o avô do Pablo, ele me contou a história, que tinham sidos procurados pelo Conselho tutelar e não pegaram o neném, mandaram dar pra quem quisesse ou por em um abrigo, pois no abrigo estava mais bem cuidado. Eu me comovi com a situação, e por meios legais, peguei a Guarda da criança, e fomos morar juntos com o avô da criança. Vivemos juntos por 5 ano e meio, mas, eu e o avô do Pablo nos separamos. Um dia, ele saiu de casa e foi morar com outra pessoa, e deixou o menino comigo. Estava tudo bem até que um dia, 7 meses após a separação eu sofri um desmaio dentro do Banco do Brasil, quando isso ocorreu, meu filho estava na escola e eu tive que pedir ajuda a minhas colegas de trabalho, do Conselho tutelar, onde também trabalho. Para a minha surpresa, o Conselho Tutelar fez um relatório alegando que eu não tinha condições de cuidar da criança, por causa do desmaio que tive, o que a justiça acatou e tirou ele de mim sem direito a vê-lo.
Hoje fazem quase 11 meses que não tenho contato com meu filho, e isso tem sido muito difícil para mim, e imagino que esteja sendo para o Pablo também, pois até ele ser tirado de mim, eu era a única mãe que ele conhecia.
Meu filho tinha de tudo, era bem cuidado, bem amado, frequentava escola particular, convivia com a babá, enquanto eu trabalhava, a van escolar vinha pega-lo no portão de casa. Minha vida era por ele, eu vivia por ele, eu era feliz com ele.
Hoje estou impossibilitadas de me aproximar do meu filho, o ser que mais amo, que cuidei com amor, afeto, carinho por quase 7 anos, isso é imperdoável, não tem justificativa.
Eu quero justiça, eu estou lutando por justiça. Eu amo meu filho e quero ele de volta. É um direito dele me ver, conviver com a sua mãe de coração. Cuidei dele desde seus 3 meses de idade, foram anos de dedicação, amor recíproco que hoje me faz muita falta, e eu espero que a justiça possa entender que esse vínculo que nós compartilhávamos não pode ser quebrado dessa forma, sem trazer nenhum dano emocional e mental a essa criança, que é inocente e não tem idade para entender o que realmente está acontecendo.



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