Criação de um CAPSi em Ceilândia - DF.

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A era da informação instantânea tem contribuído para que a escola da atualidade viva tempos mais difíceis em lidar com os estudantes e suas emoções. Esta Instituição está diante do desafio de formar indivíduos capazes de “equilibrar-se” frente às situações que a vida moderna propõe. É preciso contribuir para a formação do estudante autônomo e co participativo, aberto para desafios e capaz de vivenciar sucessos e fracassos de forma resiliente. O paradigma da Educação Integral se faz cada vez mais necessário, para garantir dentre os direitos sociais, o direito das aprendizagens para todos. Os princípios: Integralidade, intersetorialização, transversalidade, diálogo escola comunidade, trabalho em rede e convivência negociada, são essenciais para o sucesso escolar.
Na realidade a “tecitura” dessa rede de apoio ao trabalho escolar se apresenta de forma fragilizada,  A intersetorialização não se evidencia e a escola se percebe como a maior responsável pelo acolhimento e possível resolução dos diversos conflitos sociais. Neste cenário os Serviços de Apoio Especializados de Ceilândia, no enfrentamento cotidiano das adversidades, percebem a necessidade de maior envolvimento do Estado, na implementação das políticas públicas capazes de contribuir efetivamente para a promoção da saúde mental.

Em 2001, foi sancionada a Lei Federal no 10.216, conhecida como ‘Lei da Reforma Psiquiátrica’, que propõe um redirecionamento da assistência em saúde mental (BRASIL, 2001). Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) foram os primeiros serviços criados com uma nova proposta de atenção à saúde mental e incentivaram o Ministério da Saúde a regulamentar a implantação e o financiamento para ampliar os serviços por todo o País (AMARANTE, 1998). A Portaria nº 336/GM, estabelecida em 2002 pelo Ministério da Saúde, redefiniu os parâmetros da Portaria nº 224/92 e ampliou a abrangência dos CAPS, que passam a ser constituídos por modalidades de serviço de acordo com a abrangência populacional: CAPS I (municípios acima de 20 mil habitantes), CAPS II (entre 70 mil e 200 mil habitantes), CAPS III (acima de 200 mil habitantes), CAPSad II (acima de 70 mil habitantes) – para usuários de álcool e outras drogas – e CAPSi II (cerca de 200 mil habitantes) – voltado para crianças e adolescentes (BRASIL, 2002).
 
A busca pelo respeito à integralidade do ser humano e dos direitos sociais dos nossos estudantes mobilizou o Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem, o Serviço de Orientação Educacional e o Atendimento Educacional Especializado  da Unidade Regional de Educação Básica da Coordenação Regional de Ensino de Ceilândia/SEEDF a construir o presente Abaixo-assinado, com o intuito de fazer um apelo à toda sociedade civil,quanto a compreensão da importância da implementação, de fato, do CAPSi em Ceilândia, haja visto que o crescimento populacional desta Região Administrativa é constante, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a 43ª cidade mais populosa do Brasil, com 489.000 habitantes ( Codeplan-2013), embora registra-se apenas 01 UnidadeCaps ad III ( Atende usuários acima de 16 anos, com transtornos decorrentes de álcool e drogas). As crianças e adolescentes da cidade, aguardam em intermináveis filas de espera, o atendimento no CAPSi de  Taguatinga, dificultando ainda mais o acesso e permanência no atendimento proposto. Precisamos mobilizar toda a comunidade e dar visibilidade à essa importante  luta, a favor  da saúde mental das crianças e adolescentes.
 

 



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