Segurança Jurídica no campo

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Empreender com segurança implica planejar. Planejamento implica investimento financeiro.

No campo, se tudo dá certo, as margens são reduzidas. Por isto, o resultado financeiro da produção é apertado. 

Estamos num momento de crise no país com preços dos produtos achatadíssimos. Vejam o caso do preço do leite pago ao produtor, por exemplo.

Mas, a atividade precisa de segurança jurídica, de atenção dos poderes, todos: Executivo, Legislativo e Judiciário. O produtor e qualquer empreendedor não suporta mais tanta insegurança jurídica como o gerado pela decisão de março desse ano do Funrural pelo Supremo, pelas negativas à constitucionalidade à Lei Ambiental Federal pelo TJMG, pela insegurança nos estabelecimentos rurais, pela qualidade e continuidade da energia elétrica, pela aplicação dos descontos na base de cálculo do ICMS da energia elétrica, pela liberação dos créditos de ICMS para aproveitamento, pela eficiência de programa para a emissão de notas fiscais com agilidade.

Enfim, precisamos de um país, de um estado e de municípios mais parceiros, mais empreendedores, mais orientadores, mais ágeis, e menos fiscalizadores, menos burocráticos, mais próximos da realidade do cidadão, de quem produz, de quem trabalha, de quem faz esse país girar!

 



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