Deixe a advogada deficiente física Ana Paula Nascimento da Silva continuar advogando.

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Ana Paula Nascimento da Silva criou este abaixo-assinado para pressionar Direitos Humanos e

Meu nome é Ana Paula Nascimento da Silva, OAB/SP nº 314.556, sou advogada, mulher, deficiente física, afrodescendente, acima do peso, pobre, trabalho como advogada autonôma, preciso de ajuda pois querem me impedir de trabalhar como advogada de adolescentes, crianças, deficientes físicos, idosos e mulheres em situação de risco de morte, que sofrem discriminação, injúria racial, machismo, preconceito e racismo, sou pobre trabalho para pessoas carentes, me deixem continuar trabalhando com honestidade, fidelidade, sinceridade e verdade, preciso ajudar na renda em casa pois meus pais são idosos e fazem tratamento para câncer, e eu tenho asma, bronquite, diabetes, e estou com incontinência urinária.C

Com 9 anos de idade sofri bullying ao ir na escola com bota ortopédica, a sala inteira riu e nunca mais usei a bota por isso que fiquei com a deficiêicia fíisca.

Com 12 anos, sofri assédio sexual em um ponto de ônibus voltando de um desfile de carnaval com meus tios um homem me chamou de "mulata da boca carnuda" e dentro do ônibus ficou roçando em mim e ao descer ainda disse "qualquer dia desses vai na minha casa eu moro na primeira casa à direita na última rua"

Com 20 anos, sofri uam tentativa de estupro ao tomar carona com idoso, que tocou em minhas partes íntimas, fez eu beijar ele e colocou o membro dele para fora, n~´ao deu para pular do carro em movimento, mas ele parou o carro e consegui descer.

Com 22 anos, fui estuprada com minha escova de cabelo, por um homem que me chatageou.

Com 39 anos, fui torturada física e psicologicamente por delegado de polícia, sendo advogada, por ser mulher, afrodescendente, deficiente física, acima do peso e pobre. 

Eu poderia ser uma "serial killer" mas eu preferi fazer direito e defender adolescentes, crianças, deficientes físicos, idosos e mulheres que passam ou já passaram pelo que eu passei.

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