Descriminalizar o uso recreativo da Maconha no Brasil.

Descriminalizar o uso recreativo da Maconha no Brasil.

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Gian Carlo criou este abaixo-assinado para pressionar Dário de Moura e

Mentiras sobre a erva:

 vivemos num mundo muito desenvolvido e tem pesquisas e estudos pra tudo, a grande maioria da população tem acesso a conteúdo sobre os mais variados assuntos. O grande problema esta no interesse, a internet esta ai cheia de informação pra dar mas as pessoas continuam acreditando no que os outros falam, ao invés de buscar a confirmação daquela informação, eles continuam repassando e espalhando muitas vezes o que é mentira. Aqui vai um compilado de informações de vários lugares baseados em estudos e pesquisas científicas.

Maconha mata?

Até hoje na historia da humanidade nunca foi registrada a morte por "fumar maconha".

A dúvida sobre a overdose de maconha é muito comum, pois é comum associar o risco de uma droga à possibilidade de que ela cause overdose em seu usuário. Estima-se que seja necessário reunir o consumo de mais de 240 baseados na sequência para que o corpo humano sofra uma overdose.

 Mesmo que a pessoa tenha a determinação de fumar 240 baseados, é muito improvável que o efeito letárgico da mesma o mantenha acordado por tempo o suficiente para fumar tantos cigarros de uma única vez.

Maconha mata neurônios? 

A maconha não só não parece danificar diretamente os neurônios como há indícios de que possa impedir a morte dessas células quando elas são danificadas, ou seja maconha não mata neurônios e sim protege!

 

Maconha é uma droga extremamente viciante? 

Maconha pode causar dependência sim, só que muito mais difícil do que drogas "legais", ela ta entre as 10 drogas menos viciantes do mundo atrás do cigarro e do álcool que estão entre as 10 mais viciantes (mundo) além disso os sintomas da improvável abstinência de um "dependente de maconha", são: insônia, falta de apetite e mudança de humor, sintomas insignificantes se comparados com os sintomas do álcool e tabaco.  

Maconha é porta de entrada pra outras drogas?

O álcool é a primeira substância consumida por pessoas que mais tarde apresentam problemas com o uso de drogas. Esse é o resultado de uma pesquisa publicada no Journal of School Health, nos Estados Unidos.
 Pesquisadores da Texas A&M University e da University of Florida avaliaram os padrões de uso de drogas nos Estados Unidos ouvindo 2.835 estudantes.
 A pesquisa informa ainda que o consumo de álcool entre os jovens, na maioria das vezes, precede do uso de tabaco ou maconha. Há também uma relação entre a idade em que os jovens começam a consumir álcool e a predisposição para o abuso de outras substâncias mais tarde.
 “Os entrevistados que iniciaram o uso de álcool na sexta série relataram tempo de vida significativamente maior no uso de substâncias ilícitas e também o uso de substâncias ilícitas mais freqüentes do que aquelas que iniciam o uso de álcool na nona série ou mais tarde”.
 A conclusão é: “Nossos resultados apontam que quanto mais cedo ocorre o contato com álcool, mais provável é que as pessoas se envolvam com o uso de substâncias ilícitas no futuro”.
 O que podemos dizer disso é que na verdade a porta de entrada pra outras drogas é o álcool e não a maconha, não existe nada que comprove que a maconha desperta a vontade de cheirar cocaína, até porque os efeitos das duas são bem diferentes beirando o contrário.
Os efeitos da cocaína (Crack, anfetaminas, etc) não são melhores e nem piores do que os efeitos da maconha, eles são apenas diferentes quem gosta de um não esta pré destinado a gostar de outro isso é questão de gosto e cabeça até porque se eu sei que a cocaína acabaria com a minha vida não vale a brisa dela.
 Pra mim nem álcool nem maconha induzem alguém a partir pra outras drogas isso vai de cada um.

Maconha é pior do que tabaco?

O médico e professor emérito da Universidade da Califórnia, Donald Tashkin, que estuda maconha há 30 anos, falou ao L.A Weecly sobre os efeitos da maconha nos pulmões dos fumantes.
Segundo Tashkin, embora a concentração de substâncias no cigarro de maconha sejam quase iguais ao de tabaco, de acordo com seus estudos, não houve nenhuma relação entre o fumo da cannabis e o câncer de pulmão, pelo contrário.
Ele afirma que não foi encontrado o mesmo risco para doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) entre usuários de maconha em comparação aos de tabaco. “O raciocínio para isso pode ser que a maconha é um potente anti-inflamatório e supressivo”, diz ele.
O professor já havia publicado um estudo na Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, afirmando que o uso frequente de maconha não haveria causado nenhuma alteração na função pulmonar e, portanto, não havia aumentado o risco de desenvolvimento de doenças crônicas nos órgãos respiratórios.

Com o cigarro suas chances de pegar qualquer um dos cancers aumenta.
A fumaça do cigarro e mais prejudicial do que a fumaça da maconha e você fuma muito mais cigarros de tabaco do que de maconha em um dia. 

 

Maconha é pior do que álcool?

30.722 estadunidenses morreram de causas induzidas pelo álcool em 2014. Houveram 0 óbitos documentados por consumo de maconha na história da humanidade;

A maconha parece ser significativamente menos viciante do que o álcool;
O álcool está fortemente ligado a vários tipos de câncer; a maconha não;
Ambas as substâncias podem estar associados a riscos durante a direção, mas o álcool é pior.
Após todas as considerações, os efeitos do álcool parecem mais extremos – e arriscados – do que os da maconha
Quando se trata de seu perfil de dependência e seu risco de morte ou overdose, assim como seus vínculos com câncer, acidentes de carro, violência e obesidade, a pesquisa sugere que a maconha pode ter um risco menor para a saúde do que o álcool.

Benefícios que a legalização traria

Menos renda para os traficantes 

Os traficantes são um problema, pois além de traficar drogas destruidoras muitos deles fazem outros crimes, por causa da proibição a maconha é vendida por eles, com a legalização eles perderiam grande parte da sua renda pois um maconheiro prefere um produto de qualidade e fiscalizado podendo fumar dentro da e lei e sem preocupações do que a maconha vinda do trafico onde os traficantes não tem o menor cuidado com a qualidade apenas querem algo prático e rápido, sem fala que existem alguns que ainda misturam a erva com outras substâncias.

Com a diminuição da renda dos traficantes, eles teriam menos dinheiro, menos armas e munição, mais vulneráveis a ação da policia evitando assaltos e mortes.      

Mais dinheiro pro pais 

Com a legalização o governo aplicaria impostos sobre o produto, ou seja dinheiro pro pais, com a criação de novos empregos e oportunidades para todos.

Cânhamo e muitas utilidades

Um segmento específico que vem ganhando força considerável: o de produtos feitos com cânhamo (cannabis sativa), também conhecido mundo afora por hemp.
 

Não é uma novidade, mas por alguma razão, as roupas com o “selo” hemp ainda são associadas a algo alternativo, meio hippie, de baixa qualidade e sem valor de design. Verdade que as peças feitas com cânhamo não compartilham da mesma estética que vemos nas passarelas, mas essa nem é sua proposta. As marcas criam peças em processos naturais e artesanais, localmente produzidas na maioria das vezes. E muitas têm selos de fair trade.

Já o algodão, a fibra mais consumida no mundo, precisa de grandes espaços para seu cultivo e recebe agrotóxicos que podem causar riscos ambientais, além de causar danos ao solo. Mesmo com a fiscalização, vestimos nossas camisetas todos os dias sem saber o impacto desses produtos para a nossa saúde. Como comparação, a produção de algodão nos Estados Unidos consome quase metade de todos os produtos químicos usados em plantações no país.

Com a regulamentação muitas instituições poderiam fazer pesquisar e entender melhor ainda sobre a erva, podendo até descobrir curas ou tratamentos além dos já existentes, como: AIDS, câncer(útil no tratamento de alguns cânceres) TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade), esclerose múltipla, náusea decorrente da quimioterapia, doença de Crohn, glaucoma, epilepsia, insônia, enxaqueca, artrite e falta de apetite, anorexia, síndrome de Tourette, mal de Alzheimer, distrofia muscular, fibromialgia, caquexia e esclerose lateral amiotrófica.

 

 

 

 

 

 

 

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