EU, PSICÓLOGO, ACREDITO NA COMUNIDADE TERAPÊUTICA

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Como Psicólogo expresso:

 

  1. minha concordância com o modelo de Comunidade Terapêutica (CT) operando como equipamento essencial para o tratamento da dependência química;
  2. meu repúdio à postura do Conselho Federal de Psicologia em relação as CTs;
  3. a necessidade urgente que existe de um diálogo mais aberto entre as CTs e o CFP, assim como com os CRPs.

 

Defendo que as CTs instrumentalizadas se constituem como um completo método de intervenção, pela sua pluralidade, pela constituição de equipes multidisciplinares e pela fundamental prerrogativa, alicerce do projeto terapêutico, da livre adesão, voluntária e democrática.

A recente pesquisa do IPEA mostra claramente a força terapêutica das CTs e a relevância das mesmas, como um dos modelos a ser ofertado para o tratamento da Dependência Química, sendo que nessa mesma pesquisa foi constatada a presença maciça de Psicólogos nas equipes de muitas CTs do Brasil.

Por isso defendo que a Comunidade Terapêutica é sim um equipamento de interesse tanto para a rede de saúde mental bem como a de assistência social, tão importante e relevante quanto todos os outros serviços, sérios e éticos, que tratam, recuperam e dão suporte aos Dependentes Químicos e suas famílias.

 

Repudio o fato do CFP adotar como referencial serviços desqualificados, sem enquadre terapêutico e com manejo iatrogênico que não representam a realidade das CTs que trabalham de acordo com o modelo estabelecido pela Reforma Psiquiátrica, assim como pelas diversas legislações federais sobre o tema.

Tal posicionamento caracteriza um desrespeito às inúmeras instituições e a seu corpo técnico e, em última análise, uma reprodução do preconceito e o tabu em torno desta doença crônica e pandêmica que é a dependência química.

 

Finalmente, defendo a urgente necessidade de estabelecer um diálogo mais aberto entre os CFP e os CRPs com as lideranças nacionais e regionais das CTs do Brasil, considerando o enorme contingente de Psicólogos, cursos e estudantes de Psicologia vinculados direta ou indiretamente ao trabalho das CTs.

Este diálogo poderá favorecer o desenvolvimento de estratégias eficazes de fiscalização para a regularização de muitos destes serviços, assim como legitimar o incansável trabalho desta grande parcela da Classe que se debruça diariamente sobre uma realidade ignorada por muitos.

 

PARA MAIS INFORMAÇÕES CLIQUE NOS LINKS ABAIXO:

www.febract.org.br

www.confenact.org.br

Vídeo Institucional FEBRACT

Nota Técnica IPEA sobre as Comunidades Terapêuticas

Pronunciamento de FEBRACT sobre a Nota Técnica do IPEA

A comunidade terapêutica para recuperação da dependência do álcool e outras drogas no Brasil: mão ou contramão da reforma psiquiátrica?

Fatores prognósticos para o abandono precoce do tratamento da dependência do álcool, crack e outras drogas em uma Comunidade Terapêutica - Dissertação de Mestrado - FMB-UNESP

Análise da Idade de Início de Experimentação de Drogas - Instituto Padre Haroldo - Monografia de Especialização em dependência química - UNIAD-UNIFESP



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