Ozonioterapia na veterinária: diga sim!!!

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A Ozonioterapia tem sido uma grande aliada no tratamento de doenças das mais diversas causas, algumas inclusive sem relato de cura, até então.

Após perder três dos meus cinco gatos, num intervalo de um ano, com a assustadora FELV, popularmente conhecida como leucemia felina, recebemos o diagnóstico de que o Mauro também estava com uma doença infecto-contagiosa, "da mesma família", a FIV, que além de muito comum (e letal) também não contava com nenhum tratamento com prognóstico de cura.

Havia consultado os principais médicos veterinários, especialistas em gatos, para o tratamento do Farinha, da Schubs e do Resto, mas a resposta sempre era desanimadora: aos primeiros sinais, a doença se desenvolveria rapidamente, sem chance de reversão.

Mas com o Mauro tivemos a chance e vencemos a batalha! Nossa médica veterinária ofereceu um tratamento, exclusivamente à base de aplicações de ozônio (32 ao todo), que zeraram a carga viral do nosso Mauro. Isso mesmo: ele é o primeiro caso relatado (e comprovado) de cura da FIV.

O tratamento foi de baixíssimo custo e não causou nenhum - eu disse nenhum - efeito colateral. Maaaas, Conselhos de Classe de algumas áreas de saúde não têm facilitado esses tratamentos, alegando ausência de trabalhos publicados e pesquisa ao contrário do que podemos ver, já que há centenas de trabalhos publicados comprovando a eficácia em várias situações, inclusive com pacientes que poderiam ficar paraplégicos com o tratamento convencional, voltaram a andar com a ajuda da ozonioterapia.

Com isso, hoje em dia muitas áreas estão proibidas de usar a Ozonioterapia como tratamento, sendo restrito ao ambiente experimental em algumas universidades, atrapalhando a evolução da ciência, privando pacientes dos benefícios de uma terapia que tem como base estimular as células do próprio organismo a buscar o melhor caminho para a sua melhora e impedindo que novos casos como o meu possam ser relatados no futuro.