seleção eleitoral pautada em critérios subjetivos para todos os políticos

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A seleção eleitoral que possibilite os melhores  cidadãos como candidatos asseguraria maiormente todos os direitos. Mas isso não pode ocorrer no Brasil porque o povo não escolhe sozinho, -a escolha é feita ainda nos bastidores, sob a batuta do poder e da corrupção. Não é difícil perceber que o voto, sozinho, não resolverá o problema da má escolha política se a pré-seleção continuar maculada como é.

De que adianta o voto se não há critérios rigorosos ainda nos bastidores ou na fase da pre escolha eleitoral? De que adianta votar se os candidatos estão minimamente prontos para governar? O melhor que a nação tem  feito é votar no melhor dos piores. Isso é um pecado, e compromete mesmo toda boa prática política.

No plano da pré-seleção o presente projeto pugna pela seleção mais rígida: -além dos critérios já existentes (convenções partidárias, vida pregressa, juízo eleitoral, a lei, e etc.), adicionar-se-á, ainda, os critérios subjetivos.

Você não escolhe ou escolheu sua esposa pedindo dela uma certidão (critério objetivo). Isso é um absurdo!!  É o que vem acontecendo pra escolher o político, só os critérios objetivos tem bastado. E é de propósito, claro. 

O critério subjetivo, somado aos objetivos é  método de escolha mas completo nesse plano de mundo. A sensibilidade humana corrobora muito na escolha das pessoas, mais que a lei, os procedimentos.

Uma pré-seleção eleitoral de qualidade alavancaria qualquer nação às alturas. A seleção eleitoral de qualidade (que necessariamente terá que conter critérios subjetivos) deveria ser o direito mais protegido, não só no Brasil, mais em todo o mundo. 

Como fazer isso?  Claro! subjetivamente. Critérios subjetivos podem ser feitos de várias maneiras!!!

Um exemplo: o juiz eleitoral poderia ser corroborado por uma mesa redonda de pessoas da sociedade; médicos, cidadãos, profissionais da saúde, autoridades, psicólogos, jovens e etc, que após os critérios objetivos do juiz eleitoral,  analisassem a personalidade de qualquer político antes de deferir a candidatura: muito poucos passariam, pelomenos os políticos antigos, quase nenhum. 

Se a seleção eleitoral por todo o Brasil for criteriosamente pautada na personalidade do indivíduo (critérios subjetivos rigorosos) o Brasil se projetará, longe, muito longe.

Todo sucesso ou fracasso das nações estão baseados na personalidade humana, inevitavelmente.



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