Abaixo-assinado encerrado

Concursados ao invés de Políticos !!!

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A idéia é substituir os Políticos "profissionais" por Concursados. E por quê? Porque se o provimento dos cargos públicos for por Concursados estáveis/estatutários, existirá continuidade nas ações públicas, diferente do que ocorre hoje, onde uma gestão acaba e entra outra com outras idéias (nem sempre boas!) e não ocorre continuidade, perdendo-se todo ou parcialmente o investimento público (leia-se: dinheiro seu!). Outro ponto: Não haverá troca de favores. Concursados seriam administradores do bem público (estudaram para um cargo com finalidade certa, prevista em lei), atuando com imparcialidade (como o Ministério Público), pois o cargo seria conquistado por mérito próprio, sem dever favores a um político pela concessão deste provimento (o que gera contraprestação implícita em detrimento da finalidade maior: o interesse público). O único favor a dever é para com o povo que espera a aplicação correta e imparcial dos impostos pagos. 

Estamos falando aqui não só de todos os cargos em comissionados, funções gratificadas, chefes, diretores, secretários... mas também: vereadores, deputados, senadores, prefeitos, governadores, presidentes.. enfim.. TODOS OS POLÍTICOS!!!  

A crise econômica e política atual tem servido de palco para atos desesperados e uma das saídas que os políticos optaram é culpar os servidores e os trabalhadores pelos problemas do mundo (uma forma de desviar a atenção do verdadeiro problema: ELES PRÓPRIOS!!);

Lutar pelo fim do político profissional (o que se perpetua nos cargos eletivos) significa lutar contra a corrupção, que tem nele uma das maiores fontes de irradiação. O político profissional (o que abandona sua profissão de origem para ocupar eternamente cargos eletivos, com todos os privilégios e mordomias) tem imperiosa necessidade de reeleição e essa necessidade de reeleição está para ele como a ganância desmedida está para o empresário e o banqueiro inescrupulosos e parasitários. Junta-se a fome com a vontade de comer. O político, no nosso sistema cultural, “naturalmente padece do vício de dar primazia às conveniências particulares em detrimento dos interesses de ordem coletiva. Isso já significa fazer predominar o emotivo sobre o racional. Por mais que se julgue achar o contrário, a verdadeira solidariedade só se pode sustentar realmente nos círculos restritos e a nossa predileção, confessada ou não, pelas pessoas e interesses concretos não encontra alimento muito substancial nos ideais teóricos ou mesmo nos interesses econômicos em que se há de apoiar um grande partido. Assim, a ausência de verdadeiros partidos não é entre nós, como há quem o suponha singelamente, a causa de nossa inadaptação a um regime legitimamente democrático, mas antes um sintoma dessa inadaptação” (Sérgio Buarque de Holanda 1995: 182-183).



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