EU APOIO A REORGANIZAÇÃO FINANCEIRA E DE GOVERNANÇA DO CSA

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Petição para Reorganização Financeira e de Governança do Colégio Santo Américo


Somos todos parte da Família CSA e subscrevemos esta petição porque compreendemos que:

1. O Colégio Santo Américo precisa adotar medidas urgentes na sua estrutura de gestão administrativa/financeira e de governança para (a) reequilibrar suas contas, (b) manter seu projeto pedagógico de excelência e sua posição de destaque dentre as escolas de referência de São Paulo e (c) retomar sua capacidade de investir em instalações, em novas tecnologias de ensino, na constante qualificação e aprimoramento de seu já excelente corpo docente e na valorização de seu dedicado corpo de funcionários.

2. A Comunidade Monástica, hoje representada por D. Cristiano Oliveira, é fonte e guardiã dos princípios e valores que norteiam todas as ações no Colégio Santo Américo. A presença da Comunidade Monástica no colégio é – e sempre será – fundamental. Não concebemos um Colégio Santo Américo sem a Abadia São Geraldo. Estabelecer uma estrutura de governança que possibilite que ambas as instituições atinjam seus propósitos através do mútuo suporte é essencial.

3. As Obras Sociais e todo o bem estar que promovem são sustentados em grande parte pelas receitas geradas pelo Colégio Santo Américo. Ao buscar o melhor para o Colégio Santo Américo, buscamos também assegurar o bom funcionamento das Obras Sociais e o bem estar das famílias carentes que delas dependem.

Neste sentido, propomos que o Abade e a Comunidade Monástica, atuais responsáveis pela gestão do Colégio Santo Américo, adotem, com a urgência que o momento requer, as seguintes medidas:

a. Estruturar um novo modelo de governança que possibilite a realização de aportes financeiros no Colégio Santo Américo por meio de doações (endowments) e no qual os monges serão os principais defensores dos princípios e valores do colégio, da ligação do colégio com a Ordem de São Bento, da vocação do colégio em proporcionar aos seus alunos uma educação de excelência e de seu papel fundamental na viabilização das Obras Sociais. A criação de uma “Fundação Santo Américo” ou de uma entidade similar, aderente à legislação vigente, poderá ser o pilar fundamental desse novo modelo.

b. Constituir um Conselho Deliberativo, equânime, composto pelos representantes decanos da Abadia, defensores e promotores da sustentabilidade do CSA em consonância com a proposição dos monges húngaros fundadores e a Fé Católica, e profissionais renomados, que, com sua experiência e credibilidade, não apenas opinem em temas estratégicos mas sobretudo zelem pela boa gestão do Colégio Santo Américo.

i. O Conselho Deliberativo terá 7 assentos – 2 assentos indicados pela Abadia, tendo Dom Geraldo em um deles, e os outros preenchidos pelos profissionais renomados. Os monges permanecem com direito exclusivo de veto a temas fundamentais como, por exemplo, venda da escola.

c. Atrair e contratar um Principal, profissional experiente, atualizado e com qualificação sólida, que responderia pela gestão administrativa/financeira do Colégio Santo Américo e se reportaria ao Conselho Deliberativo. Um dos objetivos do Principal seria gerir o Colégio Santo Américo de forma a criar as condições necessárias para que o colégio possa manter seus principais diferenciais, inclusive por meio da adoção de melhores práticas na gestão administrativa/financeira do colégio. Não haverá qualquer restrição para que um monge seja o Principal, desde que preencha todos os requisitos para tal função.

i. Nomeação imediata de Dom Geraldo, como Principal Interino, coordenando todas as atividades do CSA, inclusive as atividades pedagógicas, lideradas pela Diretora Kristine Kross Maita, que atualmente exerce com maestria a nossa coordenação pedagógica.

ii. A Comunidade Monástica segue responsável pelas atividades de Formação Religiosa e Pastoral.

d. Iniciar imediatamente um processo de capitalização do Colégio Santo Américo pela Comunidade Monástica visando à readequação da estrutura de capital do colégio e reequilíbrio de suas contas. Esse processo exigiria, por exemplo, a venda de imóveis localizados fora do atual campus e o uso dos recursos obtidos no próprio colégio.