Mudar o nome da praça do Coco para praça Rabino Henri Sobel em homenagem ao Rabino.

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Filho de judeus asquenazes que fugiram da perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial (pai nascido na Bélgica e mãe nascida na Polônia), Sobel nasceu em Lisboa, Portugal.[2] Ainda na primeira infância sua família estabeleceu-se em Nova Iorque, onde se formou rabino em 1970. No mesmo ano, Sobel recebe e aceita o convite para ser rabino na CIP e se radica no Brasil. Teve ao seu lado, na Congregação, os rabinos Marcelo Rittner e Yehuda Busquila.

Sobel foi um corajoso defensor dos direitos humanos no Brasil, durante a ditadura militar. Em 1975, na fase mais repressiva do regime, Sobel recusou-se a enterrar o jornalista Wladimir Herzogna ala dos suicidas do cemitério israelita, por rejeitar a versão oficial acerca das circunstâncias da morte do jornalista. De fato, Herzog havia sido torturadoaté a morte no Doi-Codi, nas dependências do quartel-general do II Exército.[3]

Enquanto liderou a Congregação Israelita Paulista, Sobel foi um notável porta-voz da comunidade judaica no Brasil e estabeleceu uma ponte entre as religiões cristãs e o judaísmo, participando de inúmeros cultos e eventos ecumênicos. Sua atuação levou-o a ser considerado uma das maiores lideranças religiosas do país.
fonte Wikipédia