DESTINE LUCRO PRA ORGANIZAÇOES DE MULHERES NEGRA BRASILEIRA

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Alline Parreira criou este abaixo-assinado para pressionar Suzi Weiss-Fischmann (International Inquiries) e

*ALLOCATE PROFIT TO ORGANIZATIONS OF BLACK BRAZILIAN WOMEN*

OPI Inc. recently launched a collection called "Kiss Me I'm Brazilian". It is unacceptable that in 2020 during the Covid-19 pandemic a brand known worldwide as the OPI profits from the wrong stereotype of Brazilian black women and that is why I need your help to pressure the CEO of the company Suzi Weiss-Fischmann to choose another name for this collection and also allocate part of the profits to support black Brazilian women's organizations that are on the front line of Covid-19, because black Brazilian people are the ones that are dying the most with COVID-19 .

"Kiss me I'm Brazilian" is an enamel from the collection that was launched in 2014 and is still on the market. There are other horrendous names in the collection "beach without ash" and "next stop ... the bikini area". This is a very big offense against black Brazilian women, according to the racial profile, we are more than 50% according to the latest IBGE data.

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A OPI Inc. lançou recentemente a coleção chamada "Kiss Me I'm Brazilian". É inaceitável que em 2020 durante a pandemia do Covid-19 uma marca mundialmente conhecida como a OPI lucre com o estereótipo errado da mulher negra brasileira e é por isso que eu preciso da sua ajuda para pressionar o CEO da empresa Suzi Weiss-Fischmann  para escolher outro nome para esta coleção e também destinar parte dos lucros para suportar organizações de mulheres negras brasileiras que estão na linha de frente do Covid-19, pois pessoas negras brasileiras são as que mais estão morrendo com o COVID-19.

“Kiss me I'm Brazilian” é um esmalte da coleção que foi lançada em 2014 e ainda está no mercado. Existem outros nomes horrendos na coleção “praia sem cinza” e “próxima parada ... a zona do biquíni”. Isso é uma ofensa muito grande contra as mulheres negras brasileiras que de acordo com o recorte racial somos mais de 50% conforme os últimos dados do IBGE.

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