Carta de la Hermandad con los y las Migrantes Latinoamericanos

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( Encontrar a tradução portuguesa abaixo )

En el último año, más de 3 millones de personas han sido desplazadas de sus hogares en América Latina y El Caribe, llevando con ellos a sus familias y sus sueños. Condiciones difíciles, falta alimentos, atención médica y medicamentos los obligan a marchar por carreteras, aeropuertos, centrales de autobuses y puertos en busca de oportunidades. Muchos de ellos sin rumbo fijo, sólo buscan llegar a algún lugar donde puedan rehacer su vida, una comunidad que les tienda una mano y donde puedan dignamente trabajar.

Como tú y como yo, ellos y ellas han trabajado en hospitales, en fábricas, tiendas y en el hogar. Han levantado negocios familiares. Tienen salud y enfermedad. Con días buenos y malos. Y una vida cuyas circunstancias dieron un giro, y, como
tú y como yo, anhelan un futuro tranquilo y mejor.

La comunidad latinoamericana no permanece ajena a este problema. En la historia, nos reconocemos por tendernos la mano cuando la situación de un país determinado obliga a nuestros hermanos a emigrar de forma masiva. Así hemos sido. Hoy podemos tender la mano a quienes salieron de su país y tomar acción si nos sumamos para:

1. No discriminar ni estigmatizar a personas extranjeras.
2. Mostrar empatía y tender la mano a quienes buscan un refugio.
3. Acercar cualquier tipo de ayuda para que las personas sigan su camino.

4. Ofrecer trabajo dignamente remunerado a las personas en refugios para ayudarlas a integrarse positivamente a la comunidad.
5. Denunciar ante las autoridades las violaciones a los derechos humanos de las personas refugiadas y migrantes.
6. Exigir a tus gobernantes que tu país cumpla con los acuerdos y tratados internacionales, en los que se garantiza el respeto a los derechos humanos y salud de los migrantes.

Cada acción cuenta y tú puedes hacer la diferencia en la vida de las personas, mujeres, hombres y niños, migrantes o refugiadas: para ti es una pequeña acción, para ellas un giro en su futuro.
Los desplazamientos forzados en América Latina, desafortunadamente, pueden ocurrir en cualquier país. Por ello sembremos ahora para el futuro y construyamos juntos una cultura de Solidaridad y Empatía.

¡Gracias por tu firma!

Usa el hasgtag #ComotúyComoyo y comparte esta petición.

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Carta da Irmandade com as e os Migrantes Latinoamericanos

No último ano, mais de 3 milhões de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas na América Latina e no Caribe, levando com elas suas famílias e seus sonhos. Condições difíceis, como a falta de alimentos, atenção médica e medicamentos obrigam essas pessoas a andar por estradas, aeroportos, terminais rodoviários e portos em busca de oportunidades. Sem destino certo, muitas delas procuram apenas chegar a algum lugar onde possam reconstruir suas vidas, uma comunidade que lhes ofereça uma mão e onde possam trabalhar de maneira digna.


Como você e eu, elas trabalharam em hospitais, fábricas, lojas e em casa. Criaram negócios familiares. São saudáveis, mas também ficam doentes. Têm dias bons e dias maus. E uma vida cujas circunstâncias deram uma reviravolta e, assim como você e eu, anseiam por um futuro melhor.

 

A comunidade latinoamericana não está alheia a esse problema. Na história, somos reconhecidos por estendermos a mão quando a situação de um determinado país obriga nossos irmãos a emigrar de forma massiva. É assim que nós somos. Hoje, além de estender a mão àqueles que deixaram seus países, podemos agir e nos juntar:


1. Não discriminar ou estigmatizar os estrangeiros.

2. Mostrar empatia e ser solidário com aqueles que buscam abrigo.

3. Dar qualquer tipo de ajudar para as pessoas seguirem seu caminho.

4. Oferecer trabalho digno e remunerado  às pessoas em abrigos para ajudá-las a se integrarem à comunidade.

5. Denunciar às autoridades as violações dos direitos humanos dos refugiados e migrantes.

6. Exigir do seu governo que o seu país cumpra os acordos e tratados internacionais que garantem o respeito aos direitos humanos e à saúde dos migrantes.

 Cada ação conta e você pode fazer a diferença na vida de pessoas, mulheres, homens e crianças, migrantes ou refugiados: para você, é um pequeno gesto; para eles, a chance de um futuro melhor. Os deslocamentos forçados na América Latina, infelizmente, podem ocorrer em qualquer país. Portanto, vamos juntos construir uma cultura de solidariedade e empatia.

 Obrigado por assinar!

 Compartilhe esta solicitação usando as hashtags #SomosTodosIguais e #ComotúyComoyo.

 

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Statement of Brotherhood with the Latin-American Migrants

In the last year, more than 3 million people have left their homes in Latin America and the Caribbean, taking along their families and dreams. Difficult conditions, lack of food, medical healthcare and medicines force them to travel by land, air and water looking for better opportunities. Many of them without a fix destination, they simply look for a place where to begin again, a compassionate community where they can work with dignity.

Like you and like me, they have worked in hospitals, factories, stores and at homes. They have created family businesses. They may be in good or bad health. They have good and bad days. They have a life in which circumstances drastically changed and, like you and like me, hope for a better future.

The Latin-American community does not remain indolent in this circumstance. In history, we recognize ourselves by helping each other when a situation forces our siblings to migrate in mass. We have been this way. Today we can help those who left their country and take action by:

1.     Don’t discriminating or stigmatizing foreign people.

2.     Show empathy and help those who seek refuge.

3.     Assist in any possible way those in need so they can continue their way.

4.     Offer a job with a fair payment to those living in shelters so they can positively reintegrate to the community.

5.     Inform the authorities about any human rights violations towards migrants that you are aware of.

6.     Request your country’s government to comply with the international agreements in which full guarantee should be given to all human rights and healthcare of migrants.

Every action counts and you can make the difference in the lives of women, men, children, migrants or refugees: for you it is a small action, for them it’s an entire turnover in their future.

Regretfully, forced displacements in Latin America may occur in any country. It’s time to prepare for the future and create together a culture of Solidarity and Empathy.

 Thank you for signing the petition.

 Use the hashtag #LikeYou&LikeMe and share this request.

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