Auxílio-moradia de R$ 4.377,73, por mês, para professores

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Considerando que:

  • No Brasil existe dinheiro suficiente para que juízes, procuradores, membros de tribunais de contas, desembargadores, políticos, entre outros, com seus salários acima de R$ 33.700,00 (que é o teto do funcionalismo), recebam R$ 4.377,73, por mês, a título de auxílio-moradia (E nem precisa comprovar o gasto);
  • Nesse mesmo Brasil o piso nacional dos professores é de R$ 2298,80, ou seja, o professor não vale, sequer, um auxílio-moradia;
  • Não existe distinção entre moradia adequada para professor, juiz, procurador, membros de tribunais, desembargadores, políticos, etc...;
  • O pagamento de auxílio-moradia para grupos específicos de servidores configura tratamento desigual entre servidores de um mesmo estado.

Nesse sentido, visando um tratamento igualitário entre servidores, requer que o auxílio-moradia de R$ 4.377,73, recebido por juízes, procuradores, membros de tribunais de contas, desembargadores, políticos, entre outros, seja estendido a todos os professores municipais, estaduais e federais do país.

Observações:

Obviamente, o motivo deste abaixo-assinado não é requerer auxílio-moradia para professores, mas sim servir de pano de fundo para debater o valor dos professores para a sociedade brasileira e as baixíssimas remunerações recebidas por estes. Não se busca privilégios, mas sim respeito! Uma sociedade que busca se desenvolver precisa tratar melhor seus professores! Mas fica a pergunta: juízes, procuradores, membros de tribunais de contas, desembargadores, políticos, entre outros, que recebem, na maioria dos casos mais de R$ 33.700,00 por mês, precisam de auxílio-moradia? Aliás, precisam receber 15, 20, 30 vezes mais que um professor?



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