Diga não a proibição, cães de raça também são animais !!!

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Estão querendo tirar seu direito de ter um cão de raça...

Meu nome é Elen Bueno. Sou protetora e ativista pelos direitos dos animais há mais de 35 anos, e este texto é um alerta, por favor, você que ama e protege animais, leia este texto até o fim e entenda porque proibir a venda de animais de raça no Brasil pode colocar em risco a vida de milhares de animais.

Estão tentando impedir que os brasileiros tenham o direito de escolher a raça de seu animal de estimação, criando uma lei para impedir que criadores sérios e que cumprem a lei sejam autorizados a propagar linhagens de seus cães de raça, o que pode gerar como consequência o extermínio de algumas raças e o aumento desenfreado da clandestinidade.

Por favor, não deixe de ler até o fim...
Entenda porque proibir a venda de animais não apenas não ajudará a causa animal como também pode prejudicar ainda mais a identificar e punir criadores clandestinos que maltratam e exploram animais inocentes.

AS RAÇAS

Os cães são uma paixão mundial e o Brasil  está em segundo lugar no mercado de pets do mundo.
Há centenas de anos os cães e gatos estão presentes na vida dos seres humanos, sendo portanto considerados como auxiliares indispensáveis para a vida de muitas pessoas.

Embora os cães pareçam iguais, a verdade é que eles realmente não são.
Estima-se que exista cerca de 400 raças de cães no mundo, sendo que cada raça tem suas peculiaridades, podendo apresentar diferenças de comportamento, níveis de inteligência e capacidade de aprendizado, facilidade de socialização assim como diferenças de temperamento e necessidades específicas.

Os cães de raça hoje se tornaram indispensáveis no auxílio em salvamentos de seres humanos assim como também no combate ao contrabando e tráfico de drogas. Eles se tornaram amigos e companheiros das pessoas, sendo considerados em muitos lares como parte da família se mostrando fortes aliados no combate a depressão e muito eficazes em terapias alternativas.

Algumas raças específicas se destacam por sua capacidade de aprendizado, enquanto outras, podem ser consideradas insubordinadas e de difícil adestramento, o que deixa claro que cães não são todos iguais.

A PROIBIÇÃO

Estão querendo tolir o direito dos brasileiros de escolher a raça de seu animal de estimação. Como protetora de animais, nestes 35 anos defendendo os direitos dos animais, nunca comprei nenhum animal, assim como também nunca vendi nenhum animal. Todos os meus animais são mestiços e retirados da rua, com excessão de um cão da raça Chow Chow que me foi dado como um presente.

E é justamente por causa do meu filho Aslan, meu cão da raça Chow Chow, que eu venho alertar para gravidade que é a perda desse direito. Embora todos os meus animais sejam muito amados, a chegada do Aslan deixou muito claro para mim que as pessoas não podem ser privadas do direito de conviver, caso escolham, com um cão da raça que desejarem.

Nos últimos meses, circularam na internet muitos vídeos de canís clandestinos que exploravam cães inocentes (matrizes), para produzir filhotes com o intuito de gerar lucro. Estes animais eram mantidos em condições deploráveis o que os levava em muitos casos  a uma vida de tortura e muitas vezes a morte.  Verdadeiras barbáries contra vidas inocentes.

No entanto, apoiar a proibição da venda de animais de raça é estimular o aumento da clandestinidade.
Com a proibição, criadores legalizados não poderão mais propagar as raças que começarão a desaparecer (as raças menos populares serão extintas) o que é um sacrilégio se pensarmos na riqueza que representa a variedade de raças para quem ama animais.

A segunda e mais preocupante consequência é que a venda não deixará de existir.
Assim como citado no início deste texto, cães são uma paixão mundial, e pessoas que se interessam por raças específicas, continuarão a comprá-los, no entanto, de acordo com "a lei da oferta e da demanda", a proibição resultará numa super valorização das raças, o que elevará o valor de um cão de raça, tornando o "crime" ainda mais atraente para criadores clandestinos que passarão a ver tudo isso como

um ótimo negócio.

Eles deixarão de manter seus canís (cativeiros) em áreas residencias para dar continuidade a suas atividades criminosas em locais afastados e isolados, tornando deste modo, muito mais difícil a localização destes canís e o resgate dos animais que alí serão explorados livremente, sem que haja quem os socorra.

Assim como o tráfico de drogas é proibido e ainda existe, a proibição colocará em risco a vida de animais que se tornarão "produto de contrabando" e já podemos ter idéia de como irão transportar e manter estes animais para escondê-los.

Isso resultará em mais mortes, muitos morrerão sem que ninguém tenha conhecimento.
Proibir não é a solução !!!

Vamos lutar por leis que punam com CADEIA, qualquer tipo de maus tratos contra animais. Quando existir uma lei que CUSTE CARO a um explorador clandestino de animais, "o negócio lucrativo" sairá caro.
Essa é a única maneira de combater a clandestinidade, tornar a exploração de animais inocentes inviável.

As pessoas não podem perder seu direito de escolha, queremos a garantia do direito a ter uma animal de raça ou sem raça definida. Queremos a fiscalização severa para localizar e neutralizar canís clandestinos que sobrevivem da exploração de animais inocentes. Queremos uma lei para punir com justiça quem maltrata animais.

Elen Bueno De Andrade

Protetora e ativista pelos direitos dos animais e administradora do grupos Meu Amor de Gato e grupo Felícias no Facebook.

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