PELO FIM DOS SALÁRIOS PARA TODOS OS CARGOS ELETIVOS FEDERAIS.

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Política não é profissão.

No Brasil somente a Câmara dos Deputados custa ao contribuinte cerca de 1 bilhão de reais anualmente. Se somarmos a esse valor o custo do Senado e demais cargos eletivos, a cifra pode chegar a mais de 2 bilhões de reais por ano. (vide reportagens abaixo)

  1. Deputados custam R$ 1 bilhão por ano ao contribuinte
  2. Congresso brasileiro é um dos mais caros do mundo. Veja os benefícios pagos a um parlamentar

Como se não bastassem os salários mensais de R$33.763,00, os Deputados e Senadores ainda recebem: 1) Ajuda de custo, 2) Cotão, 3) Auxílio Moradia e 4) Verba de Gabinete para até 25 funcionários.

Num país onde  50 milhões de brasileiros vivem na linha de pobreza, isto é, sobrevivem com cerca de R$ 387,07 ao mês,, tais gastos não são apenas desproporcionais e desnecessários, mas também imorais.

Os benefícios e vantagens da carreira política aliados às poucas exigências, para se tornar um político eleito no país, têm atraído aventureiros e carreiristas dos quatro cantos do Brasil.

A escalada desses oportunistas só foi possível graças à própria estrutura do sistema político-constitucional brasileiro e da maneira como o nós mesmos, o povo brasileiro, passou a enxergar a atividade política: Como uma profissão/carreira rentável e estável e não como um trabalho voluntário prestado à nação e ao bem comum.

Diversos países, como Suíça e Suécia já provaram que é possível fazer política de forma justa, eficiente e não assalariada. (veja reportagens abaixo).

  1. Na Suíça, sem benefícios para os deputados
  2. Na Suécia deputado não recebe salário e anda de ônibus
  3. Política sem mordomia
  4. Na Suécia deputado não recebe salário e anda de ônibus
  5. Reportagem da Band - Políticos sem Mordomia


A presente proposta tem por base a premissa de que, somente aqueles que tenham o desejo e interesse de servir o país e ao bem comum voluntariamente devem entrar para vida pública eletiva.

Os próprios relatórios de assiduidade  e a quantidade de assessores parlamentares demonstram que não é necessário dedicação exclusiva dos políticos, que por sua vez podem muito bem continuar no exercício de suas atividades profissionais  durante os seus respectivos mandatos.

Tempos de crise são oportunidades de reformas, por isso, antes de repassar a conta ao cidadão, o governo precisa repensar seu papel quanto entidade REPRESENTATIVA, NÃO PROFISSIONAL, NÃO CARREIRISTA e VOLUNTÁRIA.

PELO FIM DOS SALÁRIOS PARA TODOS OS CARGOS ELETIVOS FEDERAIS!



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