Comunidade carente teme ser retirada pelo GDF....

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Este é o  resumo da história do ALAGADO DA SUSANA...

Esta área é ocupada desde a década de 70.

A área é da TERRACAP, e foi cedida para uma instituição social para um projeto de abrigo de menores.

Foram construídas 20 casas e dois galpões.

Chegou a abrigar 250 crianças.

Mas a instituição não conseguiu manter o projeto, foi embora, e deixou no local as pessoas, voluntários da instituição e as crianças.

As crianças cresceram, constituíram famílias e permaneceram formando a comunidade denominada Alagado da Suzana.

Formada por pessoas humildes, órfãos, deficientes, idosos em sua maioria.

Foram alfabetizadas recentemente em um projeto da nossa instituição com a antiga administração.

A TERRACAP pediu a reintegração de posse e em 2006 houve uma sentença de desocupação.

Em 2014 conseguimos fazer chegar no juiz que sentenciou  - Dr. Álvaro Ciarlini, um documento com a real história da comunidade.

O Juiz pediu a suspensão provisória da sentença e o Ministério Público pediu dignidade e acolhimento das famílias.

Sem aviso prévio, nenhuma notificação, há 15 dias recebemos o representante da Combrasen, José Elias, informando que iria iniciar a construção de uma obra da Secretaria da Criança. Um centro de recuperação socioeducativo feminino na área.

A obra, orçada em 16 milhões, dos quais a empresa já recebeu 5 milhões para o início, vai abrigar 30 "crianças" infratoras.

Imediatamente houve um pedido de desocupação da área e uma notificação para a AGEFIS.

Sem planejamento, sem nenhuma humanidade com as famílias e com a comunidade toda.

Não são invasores.

Pelo contrário, nunca permitiram invasões locais.

*Principais erros*:

Licitação de área ocupada e em processo de regularização.                                                      

Temos um processo dentro da SEGETH de regularização da área.

- Não cumprimento de ordem judicial.

Desrespeito aos direitos humanos.

Essa é uma área de preservação ambiental, ali fica a bacia dos ribeirões Crispim e Alagado, qualquer adensamento populacional é contraria a destinação do local. A comunidade do alagado de Susana deve permanecer no local e ter formação como agentes ambientais para garantir que a região sofra menos com a especulação imobiliária. Alagado, o nome já diz, è área de lençol freático aflorado. O que ninguém entende é como os órgãos fiscalizadores não dizem nada...



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