Não queremos empresas/marcas com nomes ligados à escravidão!

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Associação ECCOS criou este abaixo-assinado para pressionar JUCESP Campinas e

Nós abaixo-assinados reivindicamos que estabelecimentos comerciais ou empresas localizados em Campinas/SP, cujos nomes remetam a escravidão, racismo, preconceito ou qualquer forma de discriminação, tenham seus nomes alterados mediante lei, tendo em vista que não é aceitável que tais referências sejam usadas, muitas vezes de forma saudosista e com uma visão distorcida para a realidade do que de fato representaria tal nome, e assim promovendo e conservando atos e costumes odiosos em nossa sociedade.

Existem atualmente dois projetos de lei na câmara municipal de Campinas que ajudam nesta tarefa, sendo eles o PLO 239/21 de autoria da Vereadora Guida Calixto, que deixa explicitada a vedação de nomeação de prédios e vias públicas com nomes de ditadores ou torturadores e o PLO 54/21 de autoria da Vereadora Paolla Miguel que possibilita a mudança de nome de vias, próprios e logradouros em caso de eles fazerem referencia a pessoas, datas ou acontecimentos relacionados a violação de direitos humanos ou crimes lesa-humanidade.
Tais projetos ajudam a estabelecer limites importantes no setor público, mas é importante ainda uma lei que obrigue estabelecimentos comerciais e/ou empresas à mudarem nomes que possam promover teor ligado à escravidão e o reforço de preconceitos.

  • Pedimos que o Prefeito de Campinas, Dario Saadi, sancione o projeto de lei 54/21 que já foi aprovado na Câmara de Campinas em segunda votação. Para que de fato seja empregado o artigo que visa a alteração dos nomes quando se tratar de denominação referente a pessoas, datas ou acontecimentos relacionados a violações de direitos humanos ou crimes de lesa-humanidade.
  • Pedimos que a JUCESP-Campinas recuse o registro de marcas com qualquer sinal, expressão, figura, desenho relacionado à escravidão, como, por exemplo, 'casa grande', 'senzala', 'sinhá', 'negreiros', dentre outros.
  • Pedimos também que a Câmara Municipal de Campinas, através de seus representantes eleitos ou da mesa diretora, elabore projetos de lei que obriguem a alteração de nomes de estabelecimentos comerciais ou empresas, cujo nome fantasia remetam a escravidão, racismo, preconceito ou qualquer forma de discriminação.

Chega de reverenciar o passado odioso.

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