Salvar Vidas com a Legalização do Vaping e dos Cigarros Eletrônicos no Brasil

Salvar Vidas com a Legalização do Vaping e dos Cigarros Eletrônicos no Brasil

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Existem diversas tecnologias no mercado para o consumo de nicotina que são até 95% menos danosas a saúde do que o cigarro tradicional e poderiam salvar mais de 5,5 milhões de Brasileiros. Mas elas são proibidas no Brasil.

O mundo mudou, a tecnologia avançou e a possibilidade de escolha aumentou.

Os consumidores ganharam o direito de manter os seus hábitos com opções menos danosas às suas saúdes. Tudo isso poderia ser uma história de sucesso, mas há aqueles que não permitem que seja. 

Nos últimos 15 anos, testemunhamos o surgimento de muitas tecnologias para redução de danos à saúde no campo do consumo de nicotina: cigarros eletrônicos (Vaping), dispositivos que aquecem mas não queimam (Heat-not-burn) e o Snus. 

Vários países já regulamentaram a venda desses produtos e até a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu que produtos como o Vaping são muito mais seguros e eficazes na redução dos danos causados pelo cigarro tradicional. Porém no Brasil, muitos reguladores nacionais e parte da comunidade de saúde pública, e sua política ultrapassada de controle ao tabaco, continuam condenando a nicotina como um todo e se recusam a apoiar inovação na redução de danos e salvar vidas.

Dispositivos Vaping foram proibídos no Brasil em 2009 antes mesmo de que qualquer evidência a favor ou contra à essa tecnologia existisse, e o Brasil segue essa política do atraso. A RDC 46/2009 da Anvisa proíbe a comercialização, importação e propaganda de cigarros eletrônicos. O resultado? O de sempre. Além de cercear a liberdade de escolha do consumidor, a proibição criou um mercado ilegal que não perdeu a oportunidade de se instalar no Brasil. 

O governo prefere dar escolha aos criminosos, aos não pagadores de impostos, àqueles que roubam oportunidades de emprego no mercado formal, em vez de incentivar um setor que investe em tecnologia e pesquisa, que manufatura produtos licenciados, tributados e regularizados e que podem dar ao consumidor uma escolha mais segura. 

O Centro de Escolha do Consumidor apoia a ideia da liberdade de escolha para a redução dos danos à saúde causados pelo consumo do tabaco (THR), abrindo caminho para inovação no mercado e dando aos consumidores tecnologias alternativas que permitam uma maneira menos prejudicial de consumir nicotina.

Promovemos a ideia de legalizar o comércio desses produtos bem como propagandas, marketing e consequentemente o poder de escolha do consumidor no que tange inovações que diminuam os danos à saúde, como cigarros eletrônicos (vaping), produtos que aquecem mas não queimam (Heat-not-burn) e o Snus com o objetivo de ajudar os adultos fumantes a pararem de fumar potencialmente salvando milhões de vidas.

Saiba mais sobre os Mitos e Fatos do Vaping AQUI

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