Abaixo assinado para retomada econômica imediata em SP, ainda que gradativa e em etapas.

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Ao Governador do Estado de São Paulo, João Doria Jr.;

O Brasil hoje enfrenta e combate a epidemia do coronavírus. Estamos juntos empenhados em vencer essa batalha. Todavia, é dever dos nossos governantes dar uma resposta plena e satisfatória à população. A politização dessa questão, está levando o maior Estado e maior Cidade do País à um inevitável cenário de caos social, absolutamente injustificado pelos números da epidemia no Pais.

Todos consideramos os diferentes aspectos do problema enfrentado, a questão da saúde é fundamental, porém igualmente importante, a questão econômica/social.

O Brasil não pode enfrentar e vencer o grave óbice envolvendo a saúde pública, se mergulhar numa profunda recessão e provável depressão econômica.

O Estado de São Paulo exerce um papel decisivo e fundamental na retomada gradativa da economia.

A inflexibilidade adotada pelo Governo tem provocado devastação financeira, desemprego, falência e nas periferias e comunidades da capital, falta de alimento.

Surpreendentemente, está se aceitando que as medidas impostas pelo governo, cause o absurdo efeito colateral da fome, como se tem constatado nas igrejas e incontáveis trabalhos sociais do Terceiro Setor. Todos os índices indicativos de caos social aumentaram, tais como a criminalidade, a violência doméstica, o abuso infantil, o consumo de álcool, entre outros. Milhares de empresas não resistirão à crise que está sendo gerada. Sem trabalho, sem fonte de renda e sem um plano de reativação da economia, não há como milhões de famílias no estado, garantirem o mínimo necessário para sua subsistência!

Por tais motivos, assim como outros países já o fizeram, é necessário a adoção de medidas que garantam um futuro aos paulistas. A retomada econômica imediata, ainda que gradativa e em etapas, e respeitando o padrão de segurança necessário, como limite de consumidores por estabelecimento, uso de máscaras e álcool gel, entre outros, garantirá, ao menos, a dignidade do população.

Não podemos deixar uma disputa política roubar uma década de crescimento e nocautear o maior estado do País. Não queremos perder vidas para a epidemia, assim como não queremos perdê-las para a fome, a miséria e todas as mazelas sociais que estão sendo causadas. Confiamos em sua liderança e poder para a tomada de decisão que corresponda à esperança e expectativa do povo que o elegeu como governante.