Quebra de estigma: mortes no futebol não estão relacionadas à venda de álcool nos estádios

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TIRAR A BEBIDA DO ESTÁDIO NÃO REDUZIU A VIOLÊNCIA, AUMENTOU!

Depois da proibição da venda de bebidas alcoólicas nos estádios no fim de 2008 foram registradas, até 2017, 145 mortes relacionadas a violência no futebol. Nos 9 anos anteriores com venda liberada foram 42 mortes. Isso mesmo, a violência aumentou e MUITO! FORAM 3 VEZES MAIS VÍTIMAS FATAIS! Definitivamente estão colocando a culpa na causa errada!

O Brasil é o país recordista em mortes relacionadas ao futebol, entre 2009 e 2017 morreram 145 pessoas em brigas de torcida. 2013 foi o ano mais violento da série histórica com 30 mortes, mesmo ano da briga generalizada em Santa Catarina entre Atlético Paranaense e Vasco. Em 2014 houve uma redução das mortes devido a parada para a copa do mundo, entretanto antes da copa no jogo realizado em Recife (no arruda) entre o Santa Cruz e Paraná pela série B torcedores foram atingidos por objetos e um deles por um VASO SANITÁRIO.

O maior problema destes crimes, como todos os demais cometidos no território nacional, é o alto índice de impunidade que beira 97% dos crimes desta natureza.

A bebida no estádio foi banida em 2008 (entre 1999 e 2008 foram registradas 42 mortes relacionadas a conflitos entre torcidas) e continua proibida na maior parte dos estados, porém a partir de 2014 algumas unidades da federação começaram a rever esta proibitiva dado que não houve impacto na redução da violência nos estádios, que era o objetivo.

Com estes dados fica claro que a violência no futebol brasileiro nada tem haver com o consumo de bebida alcoólica nos estádios. O problema claramente é a violência que está banalizada na sociedade em conjunto a falta de políticas sociais bem planejadas e executadas pelo poder público.



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