Reconhecimento de Taiwan como Estado soberano pela ONU

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Carlos Henrique Linares criou este abaixo-assinado para pressionar A ONU e todos os cidadãos do planeta e

Após a derrota chinesa na Primeira Guerra Sino-japonesa, a ilha de Formosa, hoje conhecida como Taiwan, chegou a ser ocupada pelo Japão,  a título de indenização, com base no Tratado de Tientsin ou Tianjin, que iniciou um processo de ocupação e colonização. A ocupação japonesa de Taiwan perdurou até o final da Segunda Guerra Mundial. Durante os anos 1950 e 1960, era comum a referência ao país como "China nacionalista" ou "China livre" para diferenciá-lo da "China comunista" ou "China vermelha". O governo nacionalista foi membro das Nações Unidas,  representando a "China" como um todo, até 1971, quando perdeu a sua vaga para a República Popular da China. Ao longo das décadas que se sucederam, a República da China tornou-se conhecida como "Taiwan" por conta do nome da Ilha que compõe na sua quase totalidade o seu território de facto. A República da China participa da maioria dos fóruns e organizações internacionais com o nome de "Taipé Chinesa" devido à pressão diplomática da China comunista, foi este o nome adotado no Jogos Olímpicos de Verão de 1984 e também como país observador da Organização Mundial de saúde - OMS.

     A Constituição da República da China protege a liberdade de religião e as práticas de crença. Havia aproximadamente 18.718.600 seguidores religiosos em Taiwan em 2005 (81,3% da população total) e entre 14% a 18% de pessoas ateias. De acordo com o censo de 2005, das 26 religiões reconhecidas pelo governo de Taiwan,  as cinco maiores são: budismo (8.086 milhões ou 35,1%), Taoísmo (7,6 milhões ou 33%), yiguandao (810 mil ou 3,5%), protestantismo (605 mil ou 2,6%) catolicismo Romano (298 mil ou 1,3%).

        Recentemente em toda imprensa internacional e nacional, no dia 2 de dezembro de 2018, a declaração do presidente chinês Xi Kiling dando ênfase na "reunificação" de Taiwan e reiterando que Pequim poderá usar a força para recuperar a ilha. Não podemos aceitar essa ameaça de INVASÃO e violência a um país livre e soberano. Essa é uma ameaça a todo país livre e soberano, e uma ameaça às liberdades de crença e opinião. Sabemos que, se tal ocupação se concretizar, milhões de taiwaneses serão perseguidos, torturados e mortos. Correm risco de morte, principalmente, os chefes de religião e seus seguidores, padres, pastores, monges budistas ou taoístas. Devemos pressionar a ONU para que a mesma ameace de sanção ou venha até mesmo sancionar a China. Devemos pressionar para que o nosso Ministério das Relações Exteriores tome posição em defesa de Taiwan em todas as negociações, foros, encontros ou cúpulas internacionais. Como cidadãos devemos começar um boycotte a todo e qualquer produto chinês até que a China respeite e reconheça a soberania de Taiwan e a liberdade, de todo e qualquer ser humano a ter uma crença e a ter uma opinião. 

    Vamos endereçar pedidos seguidos à ONU www.un.org não podemos deixar que Taiwan seja o novo Tibet dos nossos dias. Podemos lutar juntos antes que seja tarde. Façamos a China e seu presidente prepotente entender as nossas vozes.

 

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