A Justiça precisa barrar e punir candidatos que têm funcionários-fantasma!

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Nós, eleitores, queremos eleições limpas. Depois de tanta corrupção, não dá para tolerar que existam candidatos cujos funcionários no Senado, na Câmara e em Assembleias Legislativas recebam sem trabalhar - são os chamados "assessores-fantasma".

O dinheiro que um assessor-fantasma recebe é muitas vezes repassado para o partido ou para o próprio candidato, para fazer caixa dois de campanha ou corrupções mais graves, como propina.

O Ministério Público do Paraná diz que esta prática é crime de peculato (clique para ler), e que tanto o funcionário-fantasma quanto o parlamentar podem ser punidos.

Assine para exigir Justiça! Queremos que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barre candidatos que têm funcionários-fantasma e que determine investigação e punição para os casos suspeitos.

Existem dezenas de exemplos, como o do ex-vereador de Cascavel Airton Camargo, condenado na Justiça. Em Curitiba, o vereador Valdemir Soares foi denunciado pelo Ministério Público. Em São Paulo, um deputado foi acusado de ter funcionário-fantasma pela imprensa.

O caso mais recente é o do candidato Jair Bolsonaro. De acordo com investigação de jornalistas, ele mantinha uma funcionária-fantasma que recebia salário para trabalhar em Brasília, mas ela nunca morou na cidade. A assessora mora em Angra dos Reis e é dona de uma loja de açaí.

Não entro no mérito das opiniões de Bolsonaro, nem questiono seus eleitores. Eles têm direito a votar em quem quiser. O que é importante é que a lei valha para todos. Se você concorda, assine, divulgue e compartilhe!



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