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Pressionando nu-sol@nu-sol.org

a insuportável produção de verdades – em favor de Edson Passetti

Nesta semana soubemos que nosso amigo Edson Passetti foi implicado num processo administrativo, acionado por meio da principal tecnologia de fazer morrer nas sociedades disciplinar e de controle: a delação. O que para muitos é fato ordinário de uma vida judicializada que confunde isonomia com nivelamento tosco pela lei, para nós é um acontecimento que expõe o atual estado das coisas na universidade brasileira, em especial na PUC-SP.

O processo administrativo movido pela atual reitoria desta universidade não desqualifica, não diminui, tampouco enfraquece o Edson, apenas explicita a tentativa de esmagar, aos poucos, a história política da PUC-SP na luta pela coexistência com o diferente e da recusa em consentir com autoritarismos e arbitrariedades. Mas não só: escancara o amor à cultura do castigo que sempre se inicia por gestos minúsculos de uma força estúpida. Não desconhecemos nem ignoramos que ninguém pesquisa, trabalha, produz ou se relaciona apartado do modo como toca na vida.

Não cessamos de aprender e descobrir com o Edson há mais de três décadas a leveza contundente e a delicadeza firme deste homem raro e generoso com seus amigos, com os homens e mulheres com quem anda e trabalha, com as pessoas com quem esbarra, com as gentes que descobre, apresenta, fortalece, enfim, do vigor imprescindível ao dia a dia que não se imiscui nem se confunde com trajetórias e itinerários dos que primam pelos registros regulamentares. Como é possível que um professor esteja exposto a isto em uma universidade?

Desnecessário expor aqui o quanto e como Passetti é decisivo na PUC-SP, com 40 de anos de universidade e quase vinte à frente da densa e volumosa produção do Nu-Sol. Formou e forma incontáveis pesquisadores que hoje se encontram também em diversas universidades de todo país como professores, pautando sua atuação pela excelência acadêmica e a coragem na produção de verdades. Dentro da história de práticas democráticas da PUC-SP, que hoje tentam reduzir a relicário ou mera sombra do passado em contraste com o resplendor de uma democracia procedimental, Passetti sempre soube o valor da isonomia e da isegoria na eclésia, e insiste em lembrar da regra não inscrita e não institucional das práticas democráticas: a parrésia, o falar francamente sob o risco de impacientar a autoridade a qual se dirige. Longe de ser um elemento de conservação ou preservação, isso dá vida às relações dos diferentes numa democracia que não se quer refém do princípio republicano da lei.

    Assim, implicar Edson Passetti num processo administrativo é revoltante para nós. Pouco importa os termos da acusação e os procedimentos instaurados para atribuição de culpa ou inocência. É um acontecimento que revela a estupidez na qual a universidade se afunda. Outros processos (dentro e fora da PUC-SP) poderiam ser lembrados, mas no momento nos interessa este. Ele nos diz quanto a produção de verdades outras se tornou intolerável na universidade supostamente tolerante.

São pequenas grandes condutas institucionais, viabilizadas pela letra da lei, que dão provas de que a universidade está indo por outro caminho que não o de espaço de invenção, contestação, liberdade e produção de conhecimento apartada dos interesses ordinários da Sociedade, do Estado e do Mercado. Mais do que a interceptação de um certo estilo, modo de fazer e jeito de usar em pesquisa, ensino e extensão, este processo é, para nós, inadmissível.

Inaceitável, ele é o que também não tem nome. A língua não encontra uma palavra para ele, pois traz o traço mais sombrio e carnífice da simulação e dissimulação que pretende nos terrificar no presente.

Que os que moveram este processo tenham a grandeza ou o gesto simples de reconhecer que ele jamais deveria ter sido iniciado.

Que ele seja, então, interrompido aqui.

Basta do amor incondicional ao castigo e ao juízo que se arroga o poder de querer massacrar o raro da vida em sua existência sempre fugaz. A vida é de queimar as questões.

Com Edson Passetti aprendemos esse modo de fazer pesquisa com seriedade sem sisudez, o que implica humor, riso e ironia. Trabalhamos como loucos para levar ao público nossa produção, não porque somos determinados pelo trabalho, mas porque um compromisso ético e estético nos move.

Esperemos que esse processo seja episódico, embora ele jamais pudesse ter acontecido; que o mal-entendido se desfaça e que não se perca o respeito que sempre existiu na comunidade puquiana.

Até que este processo ser retirado e incinerado e para que isto jamais se repita, o Nu-Sol suspenderá suas publicações regulares semanais, quinzenais e mensais.

Fechamos com Edson Passetti e não há pé de cabra que arrombe!

Se para você esse processo também é inadmissível, expresse seu apoio público colocando seu nome abaixo.

 

Nu-Sol

Núcleo de Sociabilidade Libertária

www.nu-sol.org

 

La insoportable producción de verdades – en favor de Edson Passetti

En esta semana supimos que nuestro amigo Edson Passetti fue implicado en un proceso administrativo accionado por la principal tecnología de hacer morir en las sociedades disciplinar y de control: la delación. Lo que para muchos es un hecho ordinario de la vida judicializada que confunde isonomía con el torpe nivelar por la ley, para nosotros es un acontecimiento que expone el presente estado de las cosas en la universidad brasileña, en especial en la PUC-SP.

El proceso administrativo movido por la actual rectoría de esta universidad no descalifica, no disminuye, tampoco debilita a Edson, sino solamente explicita la tentativa de aplastar, poco a poco, la historia política de la PUC-SP en la lucha por la coexistencia con lo diferente y de le recusa en consentir con autoritarismos y arbitrariedades. Pero esto no es todo: el hecho explicita el amor a la cultura del castigo que siempre se inicia por gestos minúsculos de una fuerza estúpida. No desconocemos tampoco ignoramos que nadie investiga, trabaja, produce o se relaciona apartado del modo como toca en la vida.

No cesamos de aprender y de descubrir con Edson, hace más de tres décadas, la ligereza contundente e la delicadeza firme de este hombre raro y generoso con sus amigos, con hombres y mujeres con quienes anda y trabaja, con las personas con quien se choca, con las gentes que descubre, nos presenta, fortalece, en fin, del vigor imprescindible en el día a día que no se mescla tampoco se confunde con trayectorias e itinerarios de los que priman por registros reglamentares. ¿Cómo es posible que un profesor esté expuesto a esto en una universidad?

Es desnecesario exponer acá cuánto y cómo Passetti es decisivo en la PUC-SP, con 40 años de universidad y casi veinte delante de la densa y voluminosa producción de Nu-Sol. Ha formado y sigue formando incontables investigadores que hoy están como profesores en diversas universidades en todo el país, marcando su actuación por la excelencia académica y el coraje en la producción de verdades. En la historia de las prácticas democráticas en la PUC-SP, que ahora intentan reducir a un relicario o a una mera sombra del pasado ante el resplandor de una democracia procedimental, Passetti siempre supo el valor de la isonomía y de la isegoría en la eclesia, e insiste en acordarnos de la regla no escrita y no institucional de las prácticas democráticas: la parresia, o el hecho de hablar francamente bajo el riesgo de molestar a la autoridad a que se interpela. Lejos de ser un elemento de conservación o preservación, eso da vida a las relaciones entre diferentes en una democracia que no se ve rehén del principio republicano de la ley.

De ese modo, implicar a Edson Passetti en un proceso administrativo nos revuelta. Poco importan los términos de la acusación y los procedimientos instaurados para la imputación de culpa o inocencia. Ese es un acontecimiento que revela la estupidez en que la universidad se hunde. Otros procesos (dentro y afuera de la PUC-SP) podrían ser rememorados acá, pero ahora nos interesa ese. Él no dice cómo la producción de otras verdades se ha tornado intolerable en la universidad presuntamente tolerable.

Son las pequeñas grandes conductas institucionales, viabilizadas por la letra de la ley, que dan prueba de que la universidad se está yendo por otro camino que no el del espacio de invención, contestación, libertad y producción de conocimiento aparatada de los intereses ordinarios de la Sociedad, del Estado y del Mercado. Más allá de la interceptación de un cierto estilo, modo de hacer y manera de usar en la investigación, enseñanza y extensión, ese proceso es, para nosotros, inadmisible.

Inaceptable, ese proceso es, también, lo que no tiene nombre. La lengua no encuentra una palabra para él, pues este lleva el trazo más sombrío y carnífice de la simulación y disimulación que intenta nos aterrorizar en el presente.

Qué aquellos que empezaron ese proceso tengan la grandeza o el gesto simple de reconocer que él jamás pudiera haber comenzado.

Qué sea, entonces, interrumpido aquí.

Basta de amor incondicional al castigo y al juicio que se atribuye el poder de querer masacrar a lo precioso de la vida en su existencia siempre fugaz. La vida es de quemar las cuestiones.

Con Edson Passetti aprendemos ese modo de investigar con seriedad sin circunspección, lo que exige humor, riso e ironía. Trabajamos como locos para llevar hacia el público nuestra producción no porque somos determinados por el trabajo, sino porque un compromiso ético y estético nos mueve.

Esperamos que ese proceso sea episódico, aunque jamás hubiese sido posible; qué el mal-entendido sea desecho y qué no se pierda el respeto que siempre ha existido en la comunidad puquiana.

Hasta que este proceso sea retirado e incinerado, y para que esto jamás vuelva a pasar, el Nu-Sol suspenderá sus publicaciones regulares semanales, quincenales y mensuales.

¡Estamos con Edson Passetti y no hay nada que nos aparte!

Núcleo de Sociabilidade Libertária - Nu-Sol

http://www.nu-sol.org/

 

The unbearable production of truths -- in favor of Edson Passetti

This week we became aware that our friend Edson Passetti has been involved in an administrative proceeding, triggered by the main technology to make die in the disciplinary and control societies: the accusation. What might be taken as an ordinary deal of the judicialized life that confuses isonomy with crude leveling by the law, for us it is an event that exposes the current state of things in the Brazilian university, especially at PUC-SP.

The administrative proceeding moved by the university presidency does not disqualify, diminish or weaken Edson, it only uncovers the attempt of slowly smashing the political history of PUC-SP in its struggle for coexistence with the different and the denial of accepting authoritarianisms and arbitrariness. And more: it widely reveals the love for the culture of punishment, which always begins with small signals that carry a brute force. We do not ignore or fail to recognize that no one researches, works, produces or develops relations in a manner different from how one touches one's life.

We do not cease to learn and discover with Edson for over three decades the overwhelming lightness and stiff kindness of this rare and generous man with his friends, men and women with whom he walks and works, with whom he touches and discovers, presents himself and strengthens. With his most needed energy that is not mistaken with trajectories and itineraries of those who cherish regulatory records. How is it possible that a professor be exposed to such a thing in a university?

It is unnecessary to mention how vital Passetti is at PUC-SP, with 40 years in the university and almost 20 years coordinating the dense and wide production of Nu-Sol. He has mentored innumerable researchers that are currently teaching in various universities throughout the country, recognized by their academic excellence and courage in the production of truths. In the history of democratic practices of PUC-SP, which today some attempt to reduce to reliquary or mere shadow of the past in contrast with the splendor of a procedural democracy, Passetti has always known the value of isonomy and isogoria in ecclesia, and insists in remembering the unwritten and not institutional law of democratic practices: the parrhesia, to speak frankly under the risk of unsettling the authority to whom one speaks. Distant from an element of conservation or preservation, it gives life to the relations among the different in a democracy that refuses to be a hostage of the republican principle of the law.

Therefore, involving Edson Passetti in an administrative proceeding is revolting to us, regardless the terms of the accusation and procedures in place to determine guilt or innocence. This event reveals the ignorance in which the university submerges. Other proceedings, inside and outside PUC-SP, could be remembered, but at this moment we are concerned with this one. It tells us the extent to which the production of other truths has become intolerable in a university supposed to be tolerant.

Great small institutional procedures, supported by the law, give proof that the university is walking a path other than that of a space of invention, contestation, freedom and knowledge production distant from the ordinary interests of society, state and market. Beyond the interception of a certain style, mode of using and doing in research, teaching and extension, this process is unacceptable for us.

Unacceptable, it is also what cannot be named. The language fails in finding a word for it, as it brings the darkest and ruthless trait of simulation and dissimulation that intends to terrify us in the present.

May those who have established this process have the greatness or make the simple act of acknowledging that it should have never begun.

Let it cease right now.

Enough with the unconditional love for punishment and the judgment that entails the power to wish to massacre the rare of life in its always thin existence. Life consists of burning up questions.

With Edson Passetti we have learned a way of researching with rigor without seriousness, which implies humor, laugh and irony. We work like crazy to make public our production, not because we are determined by labor, but because we are moved by an ethical and aesthetical commitment.

We hope this proceeding be episodic, notwithstanding the fact that it should have never happened. May this misunderstanding end and may we not loose the respect that has always existed among us in this university.

Until this process be filed and burnt so that it never happens again, Nu-Sol will suspend its weekly and monthly publications.

We are with Edson Passetti and no crowbar will bust us apart!

If this proceeding is also unacceptable for you, express your public support by signing below.

Núcleo de Sociabilidade Libertária - Nu-Sol

http://www.nu-sol.org/

 

L´insupportable production de vérites – en faveur de Edson Passetti

La semaine dernière nous avons pris connaissance du fait que notre ami Edson Passetti a été impliqué dans un procès administratif actionné par moyen de la principale technologie du faire mourir dans les sociétés disciplinaires et de contrôle : la délation. Ce qui pour beaucoup de gens n´est qu´un fait ordinaire d´une vie judiciarisée qui confond isonomie et le fruste nivellement par la loi, est pour nous un événement qui révèle l´état actuel des choses dans l´université brésilienne et en particulier dans la PUC-SP.

Le procès administratif actionné par le rectorat actuel ne disqualifie pas, ne diminue pas et n´affaiblit non plus Edson, mais seulement explicite la tentative d´écraser, peu à peu, l´histoire politique de la PUC-SP dans sa lutte pour la coexistence avec le différent et son refus de consentir aux autoritarismes et à l´arbitraire. Mais cela n´est pas tout : il dévoile ouvertement l´amour à la culture du châtiment, qui démarre toujours avec des gestes minuscules d´une force stupide. Nous ne méconnaissons pas, nous  n´ignorons pas que personne ne peut faire des recherches, travailler, produire ou avoir des rapports personnels d´une façon détachée de celle dont on mène sa vie.

Depuis déjà trois décennies nous ne cessons pas de découvrir avec Edson la légèreté percutante et la ferme délicatesse de cet homme rare et généreux avec ses amis, avec les hommes et les femmes avec lesquels il convit et travaille, avec les gens qu´il rencontre et découvre, présente, fortifie, enfin la vigueur indispensable au quotidien qui ne se mélange ou se confond  avec les trajectoires et les itinéraires de ceux qui excellent dans des registres réglementaires. Comment est-il possible qu´un professeur soit exposé à ce genre de procédure dans une université?

Il n´est pas nécessaire de démontrer ici combien et comment la présence de Passetti est décisive dans la PUC-SP, avec ses 40 années d´université et presque 20 années à la tête de la dense et abondante production du Nu-sol. Il a formé et il continue à former de nombreux chercheurs qui se trouvent aujourd´hui dans des nombreuses universités de notre pays en tant que professeurs où ils se distinguent par  leur excellence académique et par leur courage dans la production de vérités. Dans l ´ histoire des pratiques démocratiques de la PUC-SP , qu´on essaie actuellement à réduire à des reliquaires ou à une simple ombre d´un passé en contraste avec la splendeur d´une démocratie procédurale, Passetti a toujours connu la valeur de l´isonomie et l´iségorie dans ecclesia, et il insiste à rappeler la règle non-inscrite et non-institutionalisée des pratiques démocratiques : la parresia, le parler ouvert, au risque d´impatienter l´autorité à laquelle on s´adresse. Loin d´être un élément de conservation ou de préservation, cela vivifie les rapports des différents dans une démocratie qui ne se veut otage du principe républicain de la loi.

Ainsi, impliquer Edson Passetti dans un procès administratif est pour nous révoltant. Peu importent les termes de l´accusation et les procédures instaurées pour l´attribution de culpabilité ou d´innocence. D´autres procès (dans et en dehors de la PUC-SP) pourraient être rappelés mais, à ce moment,  c´est celui-ci qui nous intéresse. Il nous dit combien la production de vérités autres est devenue intolérable dans l´université supposée tolérante.

Ce sont des petites grandes conduites institutionnelles rendues possibles par la lettre de la loi qui révèlent le fait que l´université est en train de prendre un chemin qui ne mène pas vers l´espace de l´invention, de la contestation, de la liberté et de la production de la connaissance éloignée des intérêts ordinaires da la Société, de l´État et du Marché. Plus que l´interception d´un certain style, d´une certaine façon de faire et d´utiliser dans la recherche,  l´enseignement et l´extension, ce procès est pour nous inadmissible.

Inacceptable, il est aussi sans nom. La langue ne lui trouve pas un nom, puisqu´il porte le trait le plus sombre et carnassier de la simulation et de la dissimulation qui prétend nous terrifier à présent.

Espérons que ceux qui ont actionné ce procès aient la grandeur ou le simple geste de reconnaître qu´il n´aurait jamais dû être déclenché.

Qu´il soit, alors, interrompu ici.

Nous avons assez de l´amour inconditionnel du châtiment e du jugement qui s´arroge le pouvoir de vouloir écraser la rarété de la vie dans son existence toujours fugace. La vie est de brûler des questions.

Avec Edson Passetti on a appris cette façon de faire de la recherche sérieusement sans maussaderie,  ce qui implique l´humour, le rire, l´ironie. Nous travaillons comme des fous pour présenter au public notre production, non parce qu´on est déterminés par le travail, mais parce que on est mûs par un engagement éthique et esthétique.

Espérons que ce procès soit épisodique, même s´il n´aurait dû jamais exister ; que le malentendu puisse se défaire et que le respect qui a toujours existé dans la communauté de la PUC-SP ne disparaisse pas.

Jusqu`à ce que ce procès soit retiré et incinéré et pour que cela ne se répète jamais, le Nu-sol ira suspendre ses publications régulières hébdomadaires, à la quinzaine ou mensuelles.

Nous nous serrons  autour de Edson Passetti et aucun pie-de-biche nous fera flancher.

Si pour vous aussi ce procès est inadmissible, montrez publiquement votre appui en plaçant votre nom ci-dessous.

Núcleo de Sociabilidade Libertária – Nu-sol

 

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  • nu-sol@nu-sol.org

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